[Pactonacional] ENC: para conhecimento
Susan Sousa Alves
susan.alves em spmulheres.gov.br
Sexta Outubro 5 10:28:16 BRT 2012
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De: Nilza do Carmo Scotti
Enviada em: sexta-feira, 5 de outubro de 2012 09:33
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: para conhecimento
R7 | CIDADES
LEI MARIA DA PENHA
"Achamos revoltante eles saírem da cadeia", diz irmã de vítima de pagodeiros
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=4236527
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ia=4236527> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
236527
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236527> >
Veja a matéria no site de origem
<http://noticias.r7.com/cidades/noticias/-achamos-revoltante-eles-sairem-da-
cadeia-diz-irma-de-vitima-de-pagodeiros-20121005.html
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cadeia-diz-irma-de-vitima-de-pagodeiros-20121005.html> >
Chamada de capa
Os dez integrantes da banda New Hit ficaram 38 dias presos na Bahia
Os dez integrantes da banda New Hit ficaram 38 dias presos na Bahia
A irmã de uma das adolescentes que acusam os integrantes da banda de pagode
New Hit de estupro, disse que as famílias das duas menores ficaram
revoltadas com a soltura dos rapazes. Ela não quis se identificar e afirma
que continuam recebendo ameaças de morte.
Os integrantes
, na Bahia, por volta das 16h40 desta quarta-feira (3). O soldado da Polícia
Militar Carlos Frederico Santos de Aragão também foi liberado do Batalhão de
Choque da PM, na mesma cidade onde os jovens estavam presos. Eles ficaram 38
dias detidos.
A irmã das vítimas afirmou que as meninas não moram mais na Bahia por conta
das ameaças e continuam com proteção policial. Elas ainda não voltaram a
frequentar a escola.
- Eles destruíram os sonhos dessas meninas, acabaram com a vida delas e
ganham a liberdade tão facilmente. Que país é esse? Deve ser porque eles têm
dinheiro. Mas, nem que seja daqui dez anos, queremos ver eles pagando pelo
que fizeram. Não faltaram provas na investigação e mesmo assim estão livres,
isso é revoltante.
O
O TJ informou que nenhum deles possuem antecedente criminal e todos têm
residência fixa. O pedido foi julgado pelo desembargador Lourival Almeida
Trindade. Os suspeitos moram em Salvador, para onde seguiram depois que
deixaram o presídio.
O Ministério Público denunciou à Justiça, também na terça-feira, os
integrantes por formação de quadrilha, com características de crime
hediondo.
Foram denunciados Alan Aragão Trigueiros, Carlos Frederico Santos de Aragão,
Edson Bonfim Berhends Santos, Eduardo Martins Daltro de Castro Sobrinho,
Guilherme Augusto Campos Silva, Jefferson Pinto dos Santos, Jhon Ghendow de
Souza Silva, Michel Melo de Almeida, Weslen Danilo Borges Lopes e William
Ricardo de Farias.
A decisão foi da promotora da cidade de Ruy Barbosa, Marisa Marinho Jansen
Melo de Oliveira. No texto, ela destacou que "as adolescentes [vítimas do
grupo] foram abusadas mediante extrema violência, por repetidas vezes e em
alternância, conjunção carnal e atos libidinosos diversos em razão do que
foram presos em flagrante". Todos os atos descritos na denúncia foram
comprovados por testemunhos e laudos periciais.
O caso ocorreu no dia 26 de agosto após uma apresentação do grupo em um
carnaval fora de época na cidade de Ruy Barbosa (BA). As supostas vítimas
contaram à polícia que foram estupradas dentro do ônibus da banda, onde
entraram para tirar fotos com os integrantes. A dupla afirmou que foi levada
ao banheiro do veículo e as duas foram violentadas pelos rapazes, que agiram
em duplas.
A denúncia do MP conta que, ao entrar no ônibus, as garotas passaram a ser
"vítimas de atitudes libidinosas" por parte dos dançarinos Alan, Wesley e
Guilherme, e também do do vocalista de vulgo Dudu. Uma delas foi "puxada
pelos cabelos" por William, vulgo Brayan, que "desferiu-lhe tapas no rosto
e, brutalmente, arrastou-a para dentro do banheiro".
Lá, juntamente com Weslen, conhecido como Gagau, iniciaram a primeira sessão
de estupro, estando a vítima "totalmente acuada e impossibilitada de
oferecer resistência".
Embora tenha tentado se desvencilhar dos agressores e escapar, a vítima foi
mantida no banheiro para que outros dois membros, desta vez Michel e
Guilherme, a estuprassem na sequência. Durante todo o tempo, a adolescente
era xingada e agredida fisicamente. Esta mesma vítima ainda foi estuprada,
por Alan e Edson dos Santos
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Nilza Scotti
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