[Pactonacional] ENC: Cartilha com informações da Lei Maria da Penha encoraja denúncia contra ex RO

Susan Sousa Alves susan.alves em spmulheres.gov.br
Segunda Abril 1 09:35:49 BRT 2013



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De: Isabel Clavelin 
Enviada em: segunda-feira, 1 de abril de 2013 09:13
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: Cartilha com informações da Lei Maria da Penha encoraja denúncia
contra ex RO

G1 | RONDÔNIA
LEI MARIA DA PENHA 
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Cartilha com informações da Lei Maria da Penha encoraja denúncia contra ex
Veja a matéria no site de origem
<http://g1.globo.com/ro/rondonia/noticia/2013/03/cartilha-com-informacoes-da
-lei-maria-da-penha-encoraja-denuncia-contra-ex.html
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-lei-maria-da-penha-encoraja-denuncia-contra-ex.html> >
"Ele me deixava trancada em casa", lembra vítima que denunciou ex.Delegacia
da Mulher de Ariquemes registrou 787 boletins em 2012.
"Ele me deixava trancada em casa", lembra vítima que denunciou ex.Delegacia
da Mulher de Ariquemes registrou 787 boletins em 2012. 

Sentada no sofá da Casa Noeli dos Santos, entidade que abriga mulheres
vítimas de violência, em Ariquemes (RO), a serviços gerais de 31 anos se
emociona ao falar das agressões sofridas pelo companheiro. O acesso a uma
cartilha com informações sobre a Lei Maria da Penha encorajou a denunciar o
então companheiro à polícia, que atualmente está preso. Conforme dados da
Delegacia de Defesa da Mulher e da Família do município, ameaça e lesão
corporal são os crimes mais cometidos contra a mulher. 

A vítima conta que viveu com o ex-companheiro durante quatro anos e que as
agressões foram aumentando com o tempo.  "Após três meses morando juntos,
ele começou a me agredir não só com pancadas, mas também psicologicamente e
ainda na frente das minhas filhas. Dizia que me amava e que fazia isso por
ciúmes", relata. 

A serviços gerais lembra que terminou várias vezes o relacionamento, mas
acabava voltando, acreditando nas promessas de melhora de comportamento do
ex-parceiro. Após conciliação as agressões paravam, mas depois de um tempo
se repetiam, conta a vítima. 

"Um dia ele chegou a casa e disse que eu não valia nada e sempre inventava
que eu o traia. Me deu um soco forte no nariz e eu comecei a sangrar. Minha
filha menor entrou no quarto e me viu daquele jeito. Foi então que ele a
empurrou e a machucou", diz emocionada.

A vítima conta que as agressões eram feitas com tanta frequência que passou
a faltar ao trabalho devido às marcas da violência. "Ele me deixava trancada
em casa, para ninguém ver as marcas no meu rosto", lembra. 

Após denunciar o companheiro à polícia, foi encaminhada para a Casa Noeli
dos Santos com as duas filhas. "A casa nos dá todo o suporte para
conseguirmos nos estruturar novamente na vida. Eu sai para uma casa alugada
e estou trabalhando. Quero acabar de criar minhas filhas", enfatiza. 

A casa, cujo endereço é mantido em sigilo, é mantida pela Associação
Anglicana Desmond Tutu, por prestações pecuniárias do fórum do município e
doações de voluntários. Os atendimentos são realizados de forma gratuita. A
Coordenadora da entidade Elineide Ferreira de Oliveira, conta que a casa já
abrigou 75 mulheres, desde a inauguração em 2011, na maioria das vezes, com
filhos. "Na casa elas têm atendimento psicológico, encaminhamentos jurídicos
e para o mercado de trabalho", ressalta a coordenadora. 

As vítimas podem ficar até três meses na casa. Atualmente a casa está
atendendo uma mulher de 31 anos com dois filhos, que afirma estar com medo
do ex- companheiro sair da prisão e encontra-la. Conta que está à procura de
uma casa em outro município para morar. 

Dados

De acordo com dados da Delegacia de Defesa da Mulher e da Família, em 2011,
foram registrados 942 boletins e ocorrência. Em 2012 foram 787, uma redução
de 155 casos. No entanto, a delegada Juliana Tavares afirma que não houve
uma real diminuição dos casos no município. "Em novembro e dezembro do ano
passado a Polícia Civil estava em greve, e só foram registrados casos de
flagrante", explica. 

Juliana expõe que ameaça e lesão corporal são os principais crimes de
violências cometidos, geralmente, por ex ou atuais companheiros das
mulheres. A delegada ressalta também que as mulheres denunciam e na maioria
dos casos pedem medidas protetivas, como afastamento do lar, asseguradas
pela Lei Maria da Penha.  "Com a ampla divulgação da lei, as mulheres estão
tendo mais coragem de denunciar as agressões", destaca. 



Isabel Clavelin
Chefe de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
Secretaria de Políticas para as Mulheres - SPM
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