[Pactonacional] ENC: combate à violência contra a mulher é uma luta antiga

Susan Sousa Alves susan.alves em spmulheres.gov.br
Terça Abril 2 19:13:57 BRT 2013



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De: Nilza do Carmo Scotti 
Enviada em: terça-feira, 2 de abril de 2013 11:21
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: combate à violência contra a mulher é uma luta antiga 

O DIA - RJ | OPINIÃO 
LEI MARIA DA PENHA 
Violência à mulher 
Formato A4: PDF <exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_noticia=5863814> WEB
<exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=5863814> 
Chamada de capa 
O combate à violência contra a mulher é uma luta antiga e permanente que
envolve diversos movimentos de mulheres e que ganhou, nos últimos anos, o
Estado como aliado. Após a Lei Maria da Penha (Lei 11.340/06) muitos
aparelhos (delegacias,centros de referência, secretarias, juizados, etc) de
combate e de apoio a esse tipo de violência foram criados. Mas, mesmo com os
avanços, a violência doméstica ainda é um grave problema. Casos de mulheres
mortas por seus companheiros, como no episódio de Eliza Samúdio, que ganhou
repercussão nacional, são corriqueiros. O Brasil ocupa a 7ª posição no
ranking de países com maiores índices de homicídios femininos. Na última
década foram 43,7 mil mulheres assassinadas. Dados do Instituto de Segurança
Pública-RJ dão conta de que subiu de 4.871, em 2011, para 6.029, em 2012, os
casos de estupro. 
A violência contra a mulher não está restrita a um certo meio, não escolhe
raça, idade ou condição social. É uma manifestação das relações de poder
historicamente desiguais entre mulheres e homens. Mudar essa relação que há
séculos permeia a sociedade é difícil por estar arraigado e disseminado.
Esse é o desafio. Ações de apoio e proteção às mulheres fortalecem a
construção de um país mais justo.A inclusão nos espaços de poder, a
participação dos homens nas tarefas domésticas e a garantia da independência
financeira contribuem para reverter esse quadro. 
A educação também é o caminho para que homens e mulheres entendam seus
papéis na sociedade. Uma educação não sexista, de respeito às diferenças e
com igualdade de direitos auxilia a mudar essa cultura machista, fruto de
uma sociedade patriarcal. É por isso que levantamos nossas bandeiras e vamos
às ruas: lutar por uma sociedade justa, igualitária, em que mulheres não
sejam mais vítimas de violência no seu meio doméstico.


Nilza Scotti
Assessora de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
Secretaria de Políticas para as Mulheres Presidência da República
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