[Pactonacional] ENC: Polícia prende suposto "estuprador das Malvinas" em Campina Grande + BSB + Índia
Susan Sousa Alves
susan.alves em spmulheres.gov.br
Sexta Abril 5 09:43:20 BRT 2013
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De: Isabel Clavelin
Enviada em: sexta-feira, 5 de abril de 2013 08:38
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: Polícia prende suposto "estuprador das Malvinas" em Campina Grande
+ BSB + Índia
G1 | PARAÍBA
LEI MARIA DA PENHA
Imagem 1
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Polícia prende suposto "estuprador das Malvinas" em Campina Grande
Veja a matéria no site de origem
<http://g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/2013/04/policia-prende-suposto-estup
rador-das-malvinas-em-campina-grande.html
<http://g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/2013/04/policia-prende-suposto-estup
rador-das-malvinas-em-campina-grande.html> >
Suspeito seria responsável por pelo menos três estupros.Com ele foram
apreendidos um enforca-gato e um canivete.
Suspeito seria responsável por pelo menos três estupros.Com ele foram
apreendidos um enforca-gato e um canivete.
Uma investigação da delegacia de Crimes Contra a Infância e Juventude levou
à prisão de um homem de 29 anos nesta quinta-feira (4), apontado como autor
de pelo menos três estupros em Campina Grande. Vítimas o identificaram como
o suposto "estuprador das Malvinas", em referência ao bairro onde um homem
estaria abordando mulheres nas últimas semanas.
Com ele foram apreendidos um "enforca-gato" e um canivete, que seriam
utilizados para render as vítimas. Segundo a polícia, o último crime
cometido pelo suspeito teria sido na manhã de quinta-feira (5), quando uma
adolescente chegava na escola e foi abordada pelo suspeito em uma moto,
usando uma faca. Ela foi levada para o sítio Lucas, na zona rural de Campina
Grande, e estuprada.
A prisão aconteceu na tarde de quinta, no bairro das Malvinas, após mandado
de prisão expedido pela Justiça. Segundo o delegado regional Marcos Paulo
Vilela, outras vítimas de estupro devem comparecer à delegacia para a
possível identificação do suspeito ou de outros envolvidos. "É possível que
ele tenha atacado outras mulheres, mas isso só quem poderá afirmar é a
própria vítima", disse o delegado.
Os casos foram apurados pelas delegadas Alba Tânia Casemiro e Ana
Alexandrina Gadelha e uma entrevista coletiva está marcada para as 9h desta
sexta-feira (5), na sede da 2ª Delegacia Regional da Polícia Civil de
Campina Grande. Após coleta de exame de DNA para exames no Instituto de
Polícia Científica (IPC) de João Pessoa, o suspeito deverá ser encaminhado
para o presídio do Serrotão na tarde de hoje.
CORREIO BRAZILIENSE - DF | CIDADES
LEI MARIA DA PENHA
Homem é suspeito de estuprar filhas
Um montador de veículos de 40 anos, preso na QNH 12 de Taguatinga, foi
apresentado pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), na
manhã de ontem, acusado de estuprar as próprias filhas, de 11, 13 e 14 anos.
Os abusos teriam começado quando o suspeito ainda morava com a mãe das
meninas, em Ceilândia. De acordo com a delegada, a vítima mais velha teria
sido atacada dos 6 aos 8 anos, mas não teve coragem de comentar com ninguém
o ocorrido.
Segundo a delegada da DPCA, Valéria Raquel Martirena, o casamento do
suspeito teria acabado por causa do comportamento agressivo dele. "Ele já
tinha sido enquadrado na Lei Maria da Penha no ano passado, por agredir com
frequência a mulher", apontou a delegada. Porém, a queixa teria sido
retirada, e o acusado não chegou a cumprir pena.
Após a separação, o suspeito foi morar em Taguatinga, onde vivia em união
estável com outra companheira. Conforme a polícia, por três anos ele não
procurou as filhas. Entretanto, em 2010, ele conseguiu uma liminar na
Justiça para visitar as garotas. Ele passeava com uma de cada vez,
supostamente para cometer o crime. Ainda segundo a delegada, o homem
amarrava as meninas e dava remédios que causavam sonolência. "Inclusive, a
mais velha relatou que não se lembrava direito como os abusos ocorriam",
destacou. A perícia do Instituto Médico Legal (IML) confirmou os atos
libidinosos.
O caso chegou à polícia por causa da denúncia de uma vizinha. A vítima mais
nova resolveu contar para conhecidos, e a notícia se espalhou. Foi assim que
a mãe ficou sabendo dos abusos e proibiu o contato do acusado com as filhas.
Porém, ele não teria respeitado uma medida protetiva e procurou novamente as
filhas. "Não tivemos alternativa se não prendê-lo", justificou Martirena. A
pena para estupro de vulnerável é de oito a 15 anos de prisão, por cada
vítima.
Ficha técnica
G1 | PARANÁ
LEI MARIA DA PENHA
Mãe denuncia filho após morte de taxista no noroeste do Paraná
Veja a matéria no site de origem
<http://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2013/04/mae-denuncia-filho-apos-morte
-de-taxista-no-noroeste-do-parana.html
<http://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2013/04/mae-denuncia-filho-apos-morte
-de-taxista-no-noroeste-do-parana.html> >
Crime ocorreu em Paranavaí, no noroeste do estado. Menor tem passagem pela
polícia por tentativa de homicídio e estupro.
Crime ocorreu em Paranavaí, no noroeste do estado. Menor tem passagem pela
polícia por tentativa de homicídio e estupro.
Uma mãe denunciou o próprio filho após descobrir que ele é suspeito de ter
matado um taxista em Paranavaí, no noroeste do Paraná. De acordo com a
polícia, o adolescente tem 17 anos e teria solicitado uma corrida em uma
praça da cidade. Pouco tempo depois, o taxista foi encontrado morto e carro
tinha sido incendiado. A vítima tinha 58 anos. O menor já tinha sido
apreendido anteriormente e tem ficha na polícia por tentativa de homicídio e
três estupros. Até as 7h desta sexta-feira (5), ele permanecia foragido.
A mãe, que preferiu não se identificar, disse não ter dúvidas de que o filho
é o autor do crime. "Eu preferia ele preso porque ele já aprontou, agora, se
ele ficar aqui novamente, quem é a próxima vítima?", indaga.
O crime chocou os moradores da cidade, que temem novas situações. "Quando eu
estou levando um passageiro, se ele ergue o braço eu já fico com medo. Nunca
mais teremos aquela vida gostosa e sem perigos, nós vivemos com medo",
relata o taxista Leovegildo Gomes.
ÚLTIMO SEGUNDO |
LEI MARIA DA PENHA
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Após estupro coletivo, Índia aprova lei mais rígida para abusos contra
mulheres (New York Times)
Veja a matéria no site de origem
<http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/nyt/2013-04-05/apos-estupro-coletivo-i
ndia-aprova-lei-mais-rigida-para-abusos-contra-mulheres.html
<http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/nyt/2013-04-05/apos-estupro-coletivo-i
ndia-aprova-lei-mais-rigida-para-abusos-contra-mulheres.html> >
Caso de estudante estuprada por bando em ônibus chocou país e fez com que
governo e oposição se unissem para aprovar lei que criminaliza ataque,
perseguição e voyerismo
Caso de estudante estuprada por bando em ônibus chocou país e fez com que
governo e oposição se unissem para aprovar lei que criminaliza ataque,
perseguição e voyerismo
O parlamento indiano aprovou uma lei ampla no mês passado que visa impor
penalidades mais rígidas sobre os homens que atacarem mulheres, além de
criminalizar a perseguição e o voyerismo.
A lei foi aprovada rapidamente na alta câmara do Parlamento e o debate na
Câmara durou mais tempo, cerca de sete horas. "Eu acredito que este seja um
momento muito importante", disse Grover Vrinda, defensora dos direitos das
mulheres e advogada. "Conseguimos dar alguns passos adiante."
Índia: Turista salta de sacada para escapar de "avanços" de dono de hotel
Leia também: Sob pressão, Índia diz ter prendido 5 após estupro de turista
suíça
A aprovação do projeto ocorreu menos de três meses depois que uma estudante
de fisioterapia foi estuprada em um ônibus em movimento em Nova Délhi e
morreu mais tarde em decorrência de seus ferimentos. O ataque fez com que
muitos ficassem indignados e provocou protestos ao redor de toda a Índia ,
alguns deles violentos, sobre a questão da segurança das mulheres.
Muitos indianos, incluindo ativistas e políticos, exigiram durante e após o
término dos protestos que o governo fizesse mais para proteger as mulheres e
impusesse penas mais severas sobre os homens que as abusam. Estupros na
Índia têm aumentado nos últimos anos, e o norte do país tem testemunhado uma
série de abusos em grupo de grande repercussão.
Outro crime: Turista suíça é vítima de estupro coletivo na Índia
Leia também: Acusado por estupro coletivo que chocou Índia é encontrado
morto
A nova lei destina-se a impedir e punir os criminosos sexuais, incluindo
homens que perseguirem ou assediarem mulheres, e fazer com que os policiais
e promotores tenham uma resposta aos casos mais efetiva. O sistema judicial
indiano tem sido amplamente criticado como negligente e insensível em
matéria dos crimes contra as mulheres.
A lei ampliou a definição de estupro, aumentou substancialmente a punição
para crimes sexuais e fez com que reincidentes sejam sujeitos à pena de
morte, além de definir como crimes ações como tirar a roupa em público ou o
voyerismo. Também impôs uma punição mais rigorosa para policiais que não
registrem corretamente queixas de agressão sexual.
Negligência: Para vítimas de estupro na Índia, polícia também é parte do
problema
A democracia da Índia tem sido muitas vezes criticada por ser rebelde e seu
Parlamento tão disfuncional que as questões fundamentais de desenvolvimento,
como a educação e a desnutrição nunca recebem o tratamento adequado.
O fato do projeto de lei contra o estupro ter sido aprovada em ambas as
casas do Parlamento rapidamente esta semana, apesar do atraso devido a
vários adiamentos inesperados causados pela deserção de um dos cruciais
governantes aliados ao Partido do Congresso, é um sinal de que as vozes dos
milhares de manifestantes foram ouvidas.
Contra estupros: Partido hindu distribui facas e pimenta para mulheres na
Índia
Leia também: Acusados de estuprar e matar jovem na Índia são indiciados
Após estupro coletivo: mulheres esperam mudança social na Índia
"É bom que a Índia ainda reaja como uma democracia quando há pressão por
parte dos cidadãos", disse Meenakshi Ganguly, o diretor da Human Rights
Watch na Ásia Meridional. "O terrível ataque em Nova Délhi, e os protestos
que seguiram, garantiram que a oposição e o governo colaborassem no sentido
de garantir que esta lei fosse promulgada."
Ministros foram rápidos em elogiar a aprovação da lei. "O projeto é
importante, pois visa proteger mães e irmãs deste país", disse o ministro de
Assuntos Internos, Sushil Kumar Shinde, na Câmara Alta, de acordo com a
agência de notícias Press Trust of India.
A lei inclui muitas, mas não todas, medidas sugeridas em janeiro por um
painel liderado pelo ex-chefe de justiça J. S. Verma. Mas alguns críticos
argumentaram que, na pressa para aprovar o projeto, algumas questões
importantes foram deixadas de lado.
Análise: estupro leva Índia a exame de consciência em busca de respostas
"Este é um passo importante, mas o governo poderia ter se preparado melhor
para criar uma legislação mais forte", disse Nirmala Sitharaman, porta-voz
nacional para o Partido Bharatiya Janata, do principal bloco da oposição.
Algumas organizações de mulheres disseram que a lei ficou aquém de oferecer
proteção completa contra assédio sexual para as mulheres. "Existem tantas
recomendações que foram rejeitadas pelo governo", disse Sandhya
Valluripally, presidente da Organização da Mulher Progressista, incluindo
uma disposição do grupo que buscava que o tráfico de crianças estivesse
listado na definição de estupro.
Ativistas disseram que a atenção do público e um contínuo debate sobre a
questão da igualdade de gênero ainda eram necessários. "O espectro da
mudança que é necessário ocorrer na Índia é muito mais amplo do que
alterações às leis penais", disse Grover, a advogada. "Precisamos realmente
focar na execução e implementação destas leis."
Por Heather Timmons
Isabel Clavelin
Chefe de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
Secretaria de Políticas para as Mulheres - SPM
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