[Pactonacional] ENC: Igreja Católica alemã aprova pílula do dia seguinte para vítimas de estupro

Susan Sousa Alves susan.alves em spmulheres.gov.br
Sábado Fevereiro 23 18:51:56 BRT 2013



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De: Isabel Clavelin 
Enviada em: sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013 11:35
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: Igreja Católica alemã aprova pílula do dia seguinte para vítimas de
estupro


Alemanha
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Igreja Católica alemã aprova pílula do dia seguinte para vítimas de estupro

Decisão é tomada após dois hospitais católicos terem recusado medicamento a
paciente que havia sido violentada sexualmente. Apenas as pílulas que
previnem a concepção são toleradas, não as abortivas. 

A Igreja Católica alemã decidiu autorizar a distribuição da chamada pílula
do dia seguinte nos hospitais que administra, na condição de contraceptivo
de emergência, a mulheres vítimas de estupro. 

A decisão, tomada nesta quinta-feira (21/02), durante a assembleia-geral de
bispos em Trier, é motivada pela polêmica criada no final de janeiro, quando
dois hospitais católicos da cidade de Colônia se recusaram a ministrar o
medicamento a uma vítima de estupro.

Após o caso, que provocou um amplo debate na Alemanha, o arcebispo de
Colônia, cardeal Joachim Meisner, autorizou a utilização da pílula nos
hospitais católicos de sua arquidiocese, forçando a Igreja a esclarecer sua
posição quanto ao tema.

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ol#> >Meisner permitiu a pílula nos hospitais católicos de Colônia,
obrigando Igreja a tomar posição 

Entretanto, os religiosos sublinham que remédios apenas podem ser usados
para prevenir a concepção e não como meio para induzir o aborto. "Continua a
ser proibido usar procedimentos farmacêuticos ou médicos que levem à morte
de um embrião", mesmo em casos de estupro, afirmam. Apenas as pílulas que
previnem a concepção são toleradas, não as abortivas.

"As mulheres vítimas de violações têm, naturalmente, direito a uma ajuda
humana, médica, psicológica e espiritual. Neste quadro, a administração de
uma 'pílula do dia seguinte' é possível, na medida em que esta tem efeito
contraceptivo e não abortivo", afirma a declaração divulgada pelos bispos
alemães após o encontro. 

MD/lusa/afp/ap/epd/dpa
Revisão: Alexandre Schossler



Isabel Clavelin
Chefe de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
Secretaria de Políticas para as Mulheres - SPM
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