[Pactonacional] ENC: Clipping: A infecção por HPV e o risco de câncer

Susan Sousa Alves susan.alves em spmulheres.gov.br
Quarta Janeiro 2 09:50:09 BRST 2013



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De: Cilene Alves Menezes de Freitas Pinheiro 
Enviada em: quarta-feira, 2 de janeiro de 2013 09:49
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: Clipping: A infecção por HPV e o risco de câncer

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A infecção por HPV e o risco de câncer
 

Embora os riscos sejam maiores para as mulheres, o vírus também representa
uma ameaça para os homens

Transmitido sexualmente, o HPV (papilomavírus humano) é um vírus que
contamina indistintamente homens e mulheres. Mas é para elas que traz
amea?ças maiores. O HPV está ligado a 99% dos casos de câncer de colo do
útero, o segundo câncer mais fre?qüente nos órgãos femininos. Nos homens,
oferece risco de desenvolvimento de câncer no pênis, doença menos comum. E,
em ambos os sexos, pode causar lesões nos órgãos genitais, ânus e outras
áreas da pele.

Estima-se que cerca de 25% das mulheres sexualmente ativas sejam portadoras
do HPV, embora a maioria desconheça o fato, pois grande parte dos casos é
assintomática. Entre os homens, o percentual sobe para 50%, eviden?ciando a
delicada posição que eles ocupam nesse quadro epidemioló- gico: o de agentes
potencialmente transmissores do vírus às mulheres.

Por isso, homens e mulheres devem assumir conjuntamente a prevenção como
arma contra o HPV. Usar preservativos (masculino ou feminino) nas relações
sexuais e ^ reduzir o número de parceiros é a melhor receita para ficar
longe do vírus.

As vacinas podem ser aliadas extras. Elas protegem contra alguns tipos de
HPV, especialmente quando aplicadas na pré-adolescência, antes do início da
vida sexual. Mas há dois aspectos que devem ser levados em conta: 1) as
vacinas têm ação profilática e não terapêutica, ou seja, não eliminam o
vírus quando ele já infectou o organismo; 2) há outros tipos de vírus HPV
associados a lesões fora do es?pectro de proteção das vacinas.

Para as mulheres, vale um alerta adicional: inde?pendentemente das ações
adotadas para se prote?ger do HPV, é preciso realizar periodicamente o exame
preventivo conhecido como Papanicolaou, que permite identificar lesões que
podem levar ao câncer de colo do útero.

Homens e mulheres devem ficar atentos aos sinais da ação nociva do HPV no
organismo, como o aparecimento de lesões e verrugas no pênis, vulva, ânus e
outras áreas da pele. Uma vez identifica?dos, o médico, em geral um gine-
cologista, urologista ou procto- logista, deve ser procurado. Contudo, um
diagnóstico de HPV positivo não é motivo de pânico. A maioria das pessoas
consegue eliminar o vírus naturalmente em até dois anos. Caso necessário, as
alternativas de tratamento vão de cauterização química ou com Laser até
cirurgia e/ou radioterapia nos casos de lesões cancerosas.

O que é certo mesmo, e não só para o HPV, mas como para todas as doenças
sexualmente transmis?síveis, é que a prática intensiva da prevenção é
alta?mente eficiente para manter os vírus à distância.

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O HPV está ligado a 99% dos casos de câncer de colo do útero, o segundo
câncer mais freqüente nos órgãos femininos

Ficha técnica
Pág.: 
Tam.: 83cm	Editoria: EINSTEIN SAÚDE 
Data: 29/12/2012 05:16
Cadastro: 29/12/2012 05:17
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Cilene de Freitas
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