[Pactonacional] ENC: SPM mídia: entrevista ministra Eleonora ao Correio Braziliense

Susan Sousa Alves susan.alves em spmulheres.gov.br
Quarta Janeiro 2 10:39:49 BRST 2013



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De: Isabel Clavelin 
Enviada em: sexta-feira, 28 de dezembro de 2012 09:05
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: SPM mídia: entrevista ministra Eleonora ao Correio Braziliense


Colegas,

segue entrevista da ministra Eleonora ao jornal Correio Braziliense,
publicada hoje.

CORREIO BRAZILIENSE - DF | ECONOMIA 
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | DIREITOS SEXUAIS E
REPRODUTIVOS | OUTROS | LIGUE 180 
Apesar dos avanços, desigualdade resiste
» VERA BATISTA
Formato A4: PDF
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ia=4931539> > WEB
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931539
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
931539> >

 >> ponto a ponto Eleonora Menicucci

A Secretaria de Políticas para as mulheres (SPM) completa uma década em 2 de
janeiro de 2013 com a ampliação dos recursos para projetos da pasta. Em
entrevista exclusiva ao Correio, a Ministra Eleonora Menicucci citou avanços
em várias frentes, como o enfrentamento da violência contra a mulher, e os
incentivos à autonomia econômica das trabalhadoras, ao aumento da
escolaridade e à capacitação, que contribuíram para a melhoria da
distribuição de renda no país. 

A ministra destaca que a desigualdade ainda é grande e que as mulheres
continuam com salários inferiores aos dos homens, mesmo quando desempenham
as mesmas funções. "O mercado continua patriarcal. Não é à toa que muitas
passaram a ter filhos mais tarde, na tentativa de conquistar primeiro o
sucesso profissional", ressaltou. 

Ela reconhece também que as políticas públicas de amparo às mães
trabalhadoras ainda são insuficientes. Pesquisa do Instituto Data Popular,
feita em nove regiões metropolitanas e no Distrito Federal, com mulheres de
18 a 64 anos, mostra que a construção de creches é a principal demanda de
88% das entrevistadas. Entre as que trabalham, 45% não têm ajuda para cuidar
dos filhos, e 34% ressaltam que encontrar uma vaga em creche é a principal
dificuldade. Leia os principais pontos: 

Aumento da renda 

A situação das mulheres no Brasil vem mudando em decorrência de políticas,
programas e projetos articulados pela SPM com outros ministérios, a exemplo
do Brasil sem Miséria, do Bolsa Família e da rede cegonha. Elas estão
atuando em áreas antes restritas aos homens, como a construção civil. Em
Fortaleza, 70 mulheres participaram das obras do estádio de futebol. 

Combate à violência 

Promulgada em 2006, a Lei Maria da Penha, é uma das ações mais emblemáticas
da SPM. A lei é resultado do Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência
contra as mulheres, assinado por todos os estados e o Distrito Federal, com
a adesão de 413 municípios. A Secretaria transfere recursos para os governos
locais aparelharem os serviços de atendimento a mulheres em situação de
violência. Em 2012, foram R$ 30 milhões. 

Pacto Nacional 

O Pacto aumentou em 161% o número de serviços especializados. Desde sua
criação, em 2006, o ligue 180 - Central de Atendimento à Mulher atendeu mais
de três milhões de pessoas, em uma média diária de 2 mil ligações relatando
diversos tipos de violência: física (56,65% das denúncias), psicológica
(27,21%), moral (12,19%), sexual (1,92%) e patrimonial (1,58%). Há um ano,
teve início o atendimento a brasileiras que vivem na Espanha, em Portugal e
na Itália. 

Mercado de trabalho 

Nos últimos anos, a política econômica consolidou uma distribuição de renda
mais justa, seja por meio da elevação do salário mínimo, seja pelo Programa
Brasil Sem Miséria, agora suplementado pelo Brasil Carinhoso. Estes
programas alteraram o rosto da pobreza no Brasil, embora ele ainda seja um
rosto feminino de face negra, responsável pelo domicílio e com filhos
pequenos. A melhoria de rendimentos dessas mulheres transformou o perfil da
distribuição de renda no país. O Programa Pronatec Brasil sem Miséria
incentiva as mulheres a romper com a divisão entre profissões masculinas e
femininas. Esse programa ofereceu 190 cursos em 877 municípios brasileiros,
com 230 mil matrículas. As mulheres respondem por cerca de 70% dos alunos. 

Especialização 

Em 2011, o aumento da participação das mulheres como trabalhadoras foi de
5,93%, contra um índice de 4,49% para os homens. O país precisa de mão de
obra especializada. Diplomar engenheiras em todas as especialidades é nossa
ambição. A preocupação de inserir mais mulheres em carreiras técnicas e
ligadas à produção científica tem sido constante no Programa Pró-Equidade de
Gênero e Raça, coordenado pela SPM, que envolve 81 empresas. 

Domésticas 

Outra significativa mudança foi a aprovação da Emenda Constitucional nº
478/2010, que estende a todos os empregados domésticos direitos já
assegurados aos trabalhadores urbanos e rurais. Atenta às questões da
diversidade, a SPM criou em 2012 uma coordenação para traçar políticas que
valorizem as diferenças, seja das mulheres com deficiências, das idosas, das
indígenas e das lésbicas.


Isabel Clavelin
Chefe de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
Secretaria de Políticas para as Mulheres - SPM
Presidência da República - PR
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