[Pactonacional] ENC: MORTE JUÍZA 2
Susan Sousa Alves
susan.alves em spmulheres.gov.br
Terça Janeiro 29 15:38:22 BRST 2013
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De: Josi Negreiros
Enviada em: terça-feira, 29 de janeiro de 2013 10:59
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: MORTE JUÍZA 2
Portal Terra
29/01
http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/familia-de-juiza-quer-condenacao
-por-homicidio-e-quadrilha,ed1bde616268c310VgnVCM5000009ccceb
<http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/familia-de-juiza-quer-condenaca
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Família de juíza quer condenação por homicídio e quadrilha
29 de Janeiro de 2013 * 09h59 * atualizado às 10h35
Três policiais militares acusados da morte da juíza Patrícia Acioli são
julgados nesta terça-feira no 3º Tribunal do Júri de Niterói Foto: Luiz
Roberto Lima / Terra
<http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/619/464/images.terra.com/2013/01/29/02
julgamentojuizapatriciaacioliluizrobertolimater.jpg
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Três policiais militares acusados da morte da juíza Patrícia Acioli são
julgados nesta terça-feira no 3º Tribunal do Júri de Niterói
Foto: Luiz Roberto Lima / Terra
GIULIANDER CARPES
Direto de Niterói
A família de Patrícia Acioli mostrou confiança que os três acusados do
assassinato da juíza que começaram a ser julgados hoje sejam condenados não
só pelo crime de homicídio triplamente qualificado, mas também por formação
de quadrilha. O julgamento dos policiais militares Jeferson de Araujo
Miranda, Júnior Cezar de Medeiros e Jovanis Falcão Junior ocorre no 3º
Tribunal do Júri de Niterói.
Veja casos de policiais no crime
<http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/policiais-do-crime/
<http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/policiais-do-crime/> >
"As provas para formação de quadrilha são as mais óbvias. Qualquer júri
minimamente comprometido com a verdade não vai acreditar na tese da defesa.
Todos contribuíram para o crime", afirmou o primo da juíza Humberto
Nascimento. "Esta condenação é importante porque depois ninguém poderia
escapar de ser condenado."
Irmã de Patrícia, Simone Acioli aguarda por uma condenação por pena longa.
"É a nossa expectativa porque foi um crime planejado e que envolveu várias
pessoas. Eles são todos culpados", disse.
O caso teve a primeira condenação em dezembro do ano passado quando o cabo
da polícia militar Sérgio Costa Junior, réu confesso, foi condenado a 21
anos de prisão. Ele admitiu ter atirado 15 vezes na juíza e obteve a delação
premiada, que diminuiu em 15 anos a sua pena.
A Justiça ainda não tem data para os julgamentos dos dois principais
acusados do crime: o tenente-coronel Cláudio Luiz Silva de Oliveira, que
comandava o 7º BPM (São Gonçalo) na época do assassinato e teria sido o
mandante do assassinato, e o tenente Daniel dos Santos Benitez, que chefiava
diretamente o grupo de PMs acusados do crime.
O caso
A juíza Patrícia Lourival Acioli, da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, foi
assassinada a tiros dentro de seu carro, por volta das 23h30 do dia 11 de
agosto de 2011, na porta de casa em Piratininga, Niterói. Segundo
testemunhas, ela foi atacada por homens em duas motos e dois carros. Foram
disparados 21 tiros de pistolas calibres 40 e 45, sendo oito diretamente no
vidro do motorista.
Patrícia, 47 anos, foi a responsável pela prisão de quatro cabos da PM e uma
mulher, em setembro de 2010, acusados de integrar um grupo de extermínio de
São Gonçalo. Ela estava em uma "lista negra" com 12 nomes possivelmente
marcados para a morte, encontrada com Wanderson Silva Tavares, o Gordinho,
preso em janeiro de 2011 em Guarapari (ES) e considerado o chefe da
quadrilha. Familiares relataram que Patrícia já havia sofrido ameaças e teve
seu carro metralhado quando era defensora pública.
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