[Pactonacional] ENC: MORTE JUÍZA
Susan Sousa Alves
susan.alves em spmulheres.gov.br
Terça Janeiro 29 15:38:42 BRST 2013
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De: Josi Negreiros
Enviada em: terça-feira, 29 de janeiro de 2013 10:56
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: MORTE JUÍZA
Portal Terra
29/01
http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/morte-de-juiza-acusacao-diz-ter-
provas-para-garantir-pena-maxima,86695592a168c310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.ht
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Morte de juíza: acusação diz ter provas para garantir pena máxima
29 de Janeiro de 2013 * 09h43 *
Três ooliciais militares acusados de participação na morte da juíza
começaram a ser julgados Foto: Luiz Roberto Lima / Terra
<http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/619/464/images.terra.com/2013/01/29/01
julgamentojuizapatriciaacioliluizrobertolimater.jpg
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Três ooliciais militares acusados de participação na morte da juíza
começaram a ser julgados
Foto: Luiz Roberto Lima / Terra
GIULIANDER CARPES
Direto de Niterói
O promotor Leandro Navega espera por uma pena longa para os três acusados do
assassinato da juíza Patrícia Acioli que começaram a ser julgados nesta
terça-feira no 3º Tribunal do Júri de Niterói (RJ). Os policiais militares
Jeferson de Araujo Miranda, Júnior Cezar de Medeiros e Jovanis Falcão Junior
são acusados de homícidio triplamente qualificado, cuja pena pode chegar até
30 anos de prisão, e formação de quadrilha. "A gente espera que seja feita
justiça. Temos provas suficientes para que eles sejam punidos com pena
máxima", garantiu o promotor.
Veja casos de policiais no crime
<http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/policiais-do-crime/
<http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/policiais-do-crime/> >
Navega, no entanto, afirmou que vai oferecer o benefício da delação premiada
ao PM Jeferson de Araújo Miranda, caso ele ofereça mais informações sobre o
crime. "Ele fez a delação na delegacia e em juízo também. Ele inclusive
falou comigo antes do julgamento. Vou oferecer a delação de novo. Vou
ratificar o que já foi ofertado", disse o promotor.
Foram arroladas 19 testemunhas - oito de acusação e 11 de defesa - para o
julgamento, que deve durar até três dias. O caso teve a primeira condenação
em dezembro do ano passado, quando o cabo da Polícia Militar Sérgio Costa
Junior, réu confesso, foi condenado a 21 anos de prisão. Ele admitiu ter
atirado 15 vezes na juíza e obteve a delação premiada, que diminuiu em 15
anos a sua pena.
A Justiça ainda não tem data para os julgamentos dos dois principais
acusados do crime: o tenente-coronel Cláudio Luiz Silva de Oliveira, que
comandava o 7º BPM (São Gonçalo) na época do assassinato e teria sido o
mandante do assassinato, e o tenente Daniel dos Santos Benitez, que chefiava
diretamente o grupo de PMs acusados do crime.
O caso
A juíza Patrícia Lourival Acioli, da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, foi
assassinada a tiros dentro de seu carro, por volta das 23h30 do dia 11 de
agosto de 2011, na porta de casa em Piratininga, Niterói. Segundo
testemunhas, ela foi atacada por homens em duas motos e dois carros. Foram
disparados 21 tiros de pistolas calibres 40 e 45, sendo oito diretamente no
vidro do motorista.
Patrícia, 47 anos, foi a responsável pela prisão de quatro cabos da PM e uma
mulher, em setembro de 2010, acusados de integrar um grupo de extermínio de
São Gonçalo. Ela estava em uma "lista negra" com 12 nomes possivelmente
marcados para a morte, encontrada com Wanderson Silva Tavares, o Gordinho,
preso em janeiro de 2011 em Guarapari (ES) e considerado o chefe da
quadrilha. Familiares relataram que Patrícia já havia sofrido ameaças e teve
seu carro metralhado quando era defensora pública.
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