[Pactonacional] ENC: Mulheres acertam as contas com o goleiro Bruno
Susan Sousa Alves
susan.alves em spmulheres.gov.br
Quarta Março 6 10:33:02 BRT 2013
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De: Isabel Clavelin
Enviada em: quarta-feira, 6 de março de 2013 08:09
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: Mulheres acertam as contas com o goleiro Bruno
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Mulheres acertam as contas com o goleiro Bruno
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<http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/mulheres-acertam-as-contas-com-o-go
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leiro-bruno> >
Depoimento de Dayanne Souza complica a vida de Bruno: ex-mulher afirma que
ele estava no sítio, diz que foi orientada a mentir e confirma queima de
provas no sítio
Depoimento de Dayanne Souza complica a vida de Bruno: ex-mulher afirma que
ele estava no sítio, diz que foi orientada a mentir e confirma queima de
provas no sítio
O sequestro e o assassinato de Eliza Samudio, no qual está diretamente
envolvido o homem com quem a jovem teve um caso amoroso e um filho, é o
capítulo mais brutal e definitivo da história do goleiro Bruno Fernandes. Os
atos de covardia contra Eliza, perpetrados por um grupo que orbitava o sítio
do jogador em Esmeraldas e que vivia às custas da fartura de dinheiro dos
tempos em que ele foi goleiro do Flamengo, levaram Bruno e seus comparsas ao
banco dos réus do Tribunal do Júri de Contagem. Mas antes mesmo de por em
prática a trama macabra o atleta colecionava atos de machismo, arrogância e
desrespeito com as mulheres - entre eles as agressões contra Eliza, forçada
a tomar medicamentos abortivos no Rio de Janeiro.
Bruno aguarda o desfecho do julgamento e, diante da tendência de condenação,
avalia até mesmo uma confissão parcial, como dão a entender seus advogados.
Até que ele deponha, possivelmente na quarta-feira à tarde, o jogador que
foi 'o rei' das orgias no sítio, que comandava festas regadas a muita
bebida, acerta pouco a pouco suas contas com as mulheres com quem conviveu
nos últimos tempos.
Também ré no processo, Dayanne Souza, com quem Bruno tem duas filhas, foi
interrogada na noite desta terça-feira. Não trouxe grandes revelações ao
inquérito, mas confirmou alguns aspectos essenciais para a condenação do
ex-marido: Bruno sabia da presença de Eliza no sítio, no período em que,
segundo a denúncia do Ministério Público, ela ficou em cárcere privado;
Macarrão decidia para onde e quando Eliza deveria partir, o que elimina
qualquer possibilidade de a defesa afirmar que a jovem poderia circular
livremente. Dayanne também afirmou ter recebido ordens de Bruno e Macarrão
para mentir. Bruno e Macarrão haviam dito que, caso alguém ligasse, era para
negar que a criança estava com ela. Dayanne também afirmou já ter sigo
agredida por Bruno.
Até o momento, só foram interrogadas mulheres no julgamento do goleiro. A
primeira delas, na segunda-feira à tarde, foi a delegada Ana Maria dos
Santos, que começou a investigar o caso. Alvo de declarações preconceituosas
do advogado Ércio Quaresma, na fase do inquérito policial, a delegada foi
quem detalhou, para os jurados, o passo a passo do crime, desde o sequestro
de Eliza e do filho no Rio de Janeiro. Foi bombardeada pelos advogados de
defesa, que tentaram confundi-la. Não deu certo: Bruno e os criminalistas
Lúcio Adolfo e Tiago Lenoir levaram a pior, e encontraram uma policial
absolutamente segura dos detalhes e conhecedora das técnicas de
interrogatório que descortinam mentiras do inquirido.
A maré, para o goleiro, não é das melhores com o público feminino. E até
quando tentam ajudar as mulheres podem complicar a vida do réu. No
depoimento da tarde desta terça-feira, Célia Aparecida Rosa Sales, irmã de
Sérgio Rosa Sales - o primo de Bruno assassinado no ano passado - foi ouvida
na condição de "informante". Ela é testemunha de defesa de Dayanne e, por
ter parentesco com o goleiro (são primos), foi interrogada sem jurar dizer
apenas a verdade. E complicou-se. O promotor Henry Castro quis saber de
Célia o motivo de ela declarar que Bruno não estava no sítio, em Esmeraldas,
quando Eliza e Bruninho foram levados para o local. "O que motivou a senhora
a prestar depoimento e não dizer a verdade?", perguntou Henry. Nervosa,
Célia admitiu a mentira e confessou: "estava com medo".
Condenada por participação no caso, mas cumprindo pena em regime aberto, a
ex-namorada do goleiro, Fernanda Gomes de Castro, também foi usada por Bruno
no período em que Eliza esteve sequestrada. Ela tinha a missão de cuidar do
menino Bruninho na viagem do Rio a Minas Gerais, e pernoitou no motel em que
o grupo ficou. Advogada de Fernanda, Carla Silene, no julgamento de
novembro, saiu-se com a seguinte pérola, num momento de defesa da cliente:
"Não há lógica de uma namorada de poucos meses (Fernanda) se associar à
ex-mulher (Dayanne) para matar a ex-amante (Eliza) e deixar o caminho livre
para a noiva (Ingrid)", argumentou, enumerando as mulheres que, de uma vez
só, Bruno envolveu no caso. O destino do goleiro também pode ser selado por
mulheres: o corpo de jurados é composto por cinco mulheres e dois homens.
Isabel Clavelin
Chefe de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
Secretaria de Políticas para as Mulheres - SPM
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