[Pactonacional] ENC: Acusado muda versão sobre morte de ex-mulher e 2 filhas dela em Cuiabá

Susan Sousa Alves susan.alves em spmulheres.gov.br
Sexta Março 15 09:28:40 BRT 2013



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De: Isabel Clavelin 
Enviada em: sexta-feira, 15 de março de 2013 09:02
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: Acusado muda versão sobre morte de ex-mulher e 2 filhas dela em
Cuiabá


G1 | MATO GROSSO 
LEI MARIA DA PENHA 
Imagem 1
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Acusado muda versão sobre morte de ex-mulher e 2 filhas dela em Cuiabá
Veja a matéria no site de origem
<http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2013/03/acusado-muda-versao-sobre-m
orte-de-ex-mulher-e-2-filhas-dela-em-cuiaba.html
<http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2013/03/acusado-muda-versao-sobre-m
orte-de-ex-mulher-e-2-filhas-dela-em-cuiaba.html> >
Réu prestou depoimento à Justiça nesta 5ª e negou triplo homicídio.Vítimas
foram encontradas mortas em casa, no bairro Pedra 90.
Réu prestou depoimento à Justiça nesta 5ª e negou triplo homicídio.Vítimas
foram encontradas mortas em casa, no bairro Pedra 90. 
Ao prestar depoimento à Justiça nesta quinta-feira (16), Jorge Carlos da
Silva, de 46 anos, acusado de matar a ex-mulher dele, Sandra D"Aghetti, de
36, e as duas filhas dela, Elisa Amorim D"Aghetti e Karina Fernanda
D"Aghetti, de 13 e 15 anos, mudou a versão inicial apresentada à polícia na
data do triplo homicídio, ocorrido em outubro do ano passado, no bairro
Pedra 90, em Cuiabá. Na data da prisão, ele havia confessado ter matado as
três e alegou ter cometido o crime por não aceitar o fim do relacionamento
com a vítima, com quem havia convivido por cerca de 10 anos. 
Agora, durante audiência de instrução realizada na 1ª Vara Especializada de
violência doméstica e Familiar Contra a Mulher de Cuiabá, o réu disse que
estava na casa no momento que as três foram mortas, mas negou a autoria do
crime. "Não matei. Não sei porque estão dizendo que fui eu que as matei",
declarou, ao afirmar que por volta das 3h da madrugada do dia 12 de outubro
alguém teria invadido a residência da ex-mulher. 
"Perguntei para a Sandra se ela havia fechado a porta e, quando ela saiu
para fora, ouvi ela brigando com alguém. Depois, um homem alto entrou e me
agarrou pelo pescoço, pisou em mim e apontou uma arma para a minha cabeça.
De repente, não ouvi mais a voz da Sandra. Tentei sair e ouvi a voz da
Karina dizendo: porque fez isso com a minha mãe?", alegou o acusado. Segundo
ele, depois disso, foi encapuzado com a própria camisa e levado pelos
supostos criminosos para outro local. 
Questionado pela juíza Ana Cristina Silva Mendes sobre o motivo pelo qual
não chamou a polícia e não defendeu a ex-mulher e as enteadas, o réu alegou
que teve medo. Ele confessou que durante o tempo que conviveu com a vítima o
relacionamento era conturbado, tanto que uma vez ela chamou a polícia e o
denunciou, e confessou que batia nas filhas dela, assim como as colocava de
castigo. Porém, mesmo com uma medida protetiva contra ele, a vítima continou
casada com o acusado. 
Para o promotor de Justiça Allan Sidney do Ó Souza, que atua no caso, a
versão apresentada pelo réu em juízo não convenceu ninguém e avaliou que a
estória contada por ele é digna de um espetáculo circense. "A oitiva das
testemunhas em juízo e o interrogatório do réu só confirma ser ele o autor
dos homicídios. Durante a fase policial, confessou de forma articulada toda
a trama horrenda", afirmou. Além do acusado, prestaram depoimento nesta
quinta-feira a filha de Sandra, Kamila Fernanda D"Aghetti, a irmã e o
namorado dela, além da irmã do réu. 
Kamila disse que nunca foi favorável ao relacionamento da mãe com o réu
porque ele era muito agressivo. Contou que a mãe conheceu o acusado em uma
escola onde ambos trabalhavam e que durante o tempo que ficaram juntos se
separaram várias vezes por ciúmes que o ex-padrasto sentia da mãe. "Morei
com eles durante nove meses apenas e ele era muito agressivo, batia nos meus
irmãos e por causa disso eles brigavam muito, porque minha mãe não
aceitava", afirmou. 
Conforme a testemunha, a mãe estava namorando outra pessoa há cerca de três
meses antes de morrer. "Alguns dias antes da minha mãe morrer, alguém
colocou fogo na garagem da casa dela e achamos que é ele. Também picharam o
muro da casa dizendo que se ela não se separasse do Milton (atual namorado)
ela e minhas irmãs seriam mortas", relatou, durante depoimento. Kamila
disse, porém, que a mãe não demonstrava desconfiar do ex-marido. 
Segundo o promotor, além de responder por triplo homicídio, o acusado deve
ser penalizado por fraude processual, já que teria alterado o local do crime
para tentar confundir as autoridades policiais ao levar os aparelhos de
celular e alguns objetos pessoais das vítimas, simulando um crime de
latrocínio. "Ele tentou forjar a cena do crime, levando a erro as
autoridades", frisou o promotor, ao pedir que o acusado seja levado a júri
popular pelos crimes. 
O crime
Sandra e as duas filhas foram mortas a facadas durante a madrugada e foram
encontradas no dia seguinte pela sobrinha da vítima, que mora em uma casa
próxima. Em seguida, a garota chamou a mãe, Márcia D"Aghetti, irmã de
Sandra. Para arrombar a porta e invadir a residência, o acusado utilizou um
"pé-de-cabra", que foi encontrado na cozinha pelas testemunhas, conforme
denúncia do Ministério Público Estadual (MPE). 
Assim que encontrou as vítimas, o suspeito passou a desferir os golpes. A
ex-mulher de 36 anos foi encontrada morta em cima da cama. Uma das filhas
dela, de 14 anos, morreu no chão do quarto. Na época, o delegado Antônio
Sperândio, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que
conduziu o inquérito policial sobre o caso, disse que as vítimas tentaram
reagir às agressões por conta das marcas encontradas no corpo e de sangue no
chão da casa. 
Agora, após a audiência, o defensor público que atua na defesa do acusado
deve apresentar as alegações finais do processo em cinco dias e, em seguida,
a Justiça deve definir se o réu irá a júri popular ou não. Ele encontra-se
preso na Penitenciária Central do Estado, antigo presídio do Pascoal Ramos. 


Isabel Clavelin
Chefe de Imprensa
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