[Pactonacional] ENC: ++ SPM mídia: Ministra Eleonora/ unidades móveis para mulheres do campo e da floresta
Susan Sousa Alves
susan.alves em spmulheres.gov.br
Quarta Março 20 16:38:23 BRT 2013
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De: Isabel Clavelin
Enviada em: quarta-feira, 20 de março de 2013 09:15
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: ++ SPM mídia: Ministra Eleonora/ unidades móveis para mulheres do
campo e da floresta
AGÊNCIA BRASIL
Unidade móvel levará assistência jurídica às mulheres da floresta
19/03/2013 - 17h46
* Internacional
<http://agenciabrasil.ebc.com.br/assunto/internacional
<http://agenciabrasil.ebc.com.br/assunto/internacional> >
<<...OLE_Obj...>> Thais Leitão
Repórter da Agência Brasil
Brasília - A primeira unidade móvel de atendimento às mulheres do campo e da
floresta vítimas de violência deve ser entregue até o fim de junho, segundo
informou hoje (19) a ministra-chefe da Secretaria de Políticas para as
Mulheres, Eleonora Menicucci. Ao todo, serão disponibilizados 54 ônibus
adaptados para que equipes multidisciplinares ofereçam assistência social,
jurídica e psicológica às vítimas.
De acordo com a ministra, as unidades, cuja compra está em fase final de
licitação, ajudarão a interiorizar o enfrentamento da violência de gênero no
país. A previsão
<http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-11-28/mais-de-50-unidades-move
is-vao-atender-mulher-do-campo-vitima-de-agressao
<http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-11-28/mais-de-50-unidades-move
is-vao-atender-mulher-do-campo-vitima-de-agressao> > era que a entrega
começasse a ser feita este mês, conforme informou no ano passado a Agência
Brasil, mas houve atraso no processo licitatório.
"Há muitas comunidades do campo e da floresta que ficam distantes dos
municípios considerados polos, onde há delegacias ou núcleos especializados
de atendimento a vítimas de violência. Estamos terminando a licitação dos
ônibus e espero poder anunciar a entrega da primeira unidade até junho",
disse a ministra, ao participar da abertura do Seminário Internacional
Políticas Públicas para Mulheres Rurais na América Latina e no Caribe, em
Brasília. Até amanhã (20), representantes de 32 países participam dos
debates, que são preparatórios à 12ª Conferência Regional sobre a Mulher da
América Latina e do Caribe, marcada para outubro, na República Dominicana.
Segundo a Secretaria de Políticas para as Mulheres, a distribuição das
unidades móveis está sendo definida com a ajuda de movimentos ligados às
trabalhadoras do campo, e depende de pactuação com as prefeituras, o que só
poderá ocorrer após a homologação do resultado da licitação para compra dos
veículos, prevista para abril. Os gestores municipais ficarão responsáveis
pela equipe que prestará atendimento nos ônibus.
Ao defender o combate à violência de gênero que, em sua avaliação, impacta
diretamente a ocorrência de todos os outros tipos de violência no país, a
ministra lembrou o lançamento,
<http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-03-13/governo-lanca-programa-m
ulher-viver-sem-violencia
<http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-03-13/governo-lanca-programa-m
ulher-viver-sem-violencia> > na semana passada, do Programa Mulher, Viver
sem Violência. A iniciativa prevê a construção, até 2014, de centros que
integrarão serviços públicos de segurança, justiça, saúde, assistência
social, acolhimento, abrigamento e orientação para o trabalho, emprego e
renda em todas as 27 capitais brasileiras. A ministra acrescentou que o
governo espera levar a iniciativa para o interior do país, construindo os
centros, chamados Casa da Mulher Brasileira, também em áreas rurais.
Questionada sobre o prazo para a interiorização da iniciativa, Eleonora
Menicucci disse que será numa segunda etapa, após 2014.
A ministra acrescentou que sem o enfrentamento à "chaga" da violência de
gênero nas áreas rurais, será "impossível incluir as mulheres em políticas
públicas e oferecer-lhes instrumentos que as retire do confinamento do
espaço doméstico, seja onde for, num palácio ou num casebre", disse,
lamentando a escassez de dados relativos à violência de gênero no campo
brasileiro.
Segundo o Mapa da Violência 2012, publicado pelo Centro Brasileiro de
Estudos Latino-Americanos e pela Faculdade Latino-Americana de Ciências
Sociais, mais de 92 mil mulheres foram assassinadas no país entre os anos de
1980 e 2010, tendo quase metade dessas mortes se concentrado apenas na
última década. Em 2011, o Sistema de Informação de Agravos de Notificação,
do Ministério da Saúde, registrou 70.270 atendimentos a mulheres vítimas da
violência. A maioria delas tinha entre 15 e 29 anos e foi agredida por
maridos ou namorados.
JORNAL DO COMMERCIO - RJ | DIREITO E JUSTIÇA
SECRETARIA DE MULHERES | OUTROS
Em junho, começa assistência jurídica a mulheres da floresta
Veja pagina da matéria
<http://www.linearclipping.com.br/Capa/2013319234810.jpg
<http://www.linearclipping.com.br/Capa/2013319234810.jpg> >
A primeira unidade móvel de atendimento às mulheres do campo e da floresta
vítimas de violência deve ser entregue até o fim de junho, segundo informou
ontem a ministra-chefe da Secretaria de Políticas para as mulheres, Eleonora
Menicucci.
Ao todo, serão entregues 54 ônibus adaptados para que equipes
multidisciplinares ofereçam assistência social, jurídica e psicológica às
vítimas.
De acordo com a ministra, as unidades, cuja compra está em fase final de
licitação, ajudarão a interiorizar o enfrentamento da violência de gênero no
País. A previsão era que a entrega começasse a ser feita este mês, mas houve
atraso no processo licitatório.
"Há muitas comunidades do campo e da floresta que ficam distantes dos
municípios considerados polos, onde há delegacias ou núcleos especializados
de atendimento a vítimas de violência. Estamos terminando a licitação dos
ônibus e espero anunciar a entrega da primeira unidade até junho', disse a
ministra, ao participar da abertura do seminário internacional Políticas
Públicas para mulheres Rurais na América Latina e no Caribe, em Brasília.
Até hoje, representantes de 32 países participam dos debates, que são
preparatórios à 12ª Conferência Regional sobre a Mulher da América Latina e
do Caribe, marcada para outubro, na República Dominicana.
Segundo a Secretaria de Políticas para as mulheres, a distribuição das
unidades móveis está sendo definida com a ajuda de movimentos ligados às
trabalhadoras do campo, e depende de pactuação com as prefeituras, o que só
poderá ocorrer após a homologação do resultado da licitação para compra dos
veículos, prevista para abril. Os gestores municipais ficarão responsáveis
pela equipe que prestará atendimento nos ônibus.
Programa Ao defender o combate à violência de gênero que, em sua avaliação,
influi diretamente na ocorrência de todos os outros tipos de violência no
País, a ministra lembrou o lançamento, na semana passada, do programa
Mulher, Viver sem Violência.
A iniciativa prevê a construção, até 2014, de centros que integrarão
serviços públicos de segurança, justiça, saúde, assistência social,
acolhimento, abrigamento e orientação para o trabalho, emprego e renda em
todas as 27 capitais brasileiras.
A ministra acrescentou que o governo espera levar a iniciativa para o
interior do País construindo os centros, chamados Casa da Mulher Brasileira,
também em áreas rurais. Questionada sobre o prazo para a interiorização da
iniciativa, Eleonora Menicucci disse que será numa segunda etapa, após 2014.
A ministra acrescentou que "sem o enfrentamento à chaga da violência de
gênero nas áreas rurais, será impossível incluir as mulheres em políticas
públicas e oferecer-lhes instrumentos que as retire do confinamento do
espaço doméstico, seja onde for, num palácio ou num casebre", disse,
lamentando a escassez de dados relativos à violência de gênero no campo
brasileiro.
Segundo o Mapa da Violência 2012, publicado pelo Centro Brasileiro de
Estudos Latino- Americanos e pela Faculdade Latino-Americana de Ciências
Sociais, mais de 92 mil mulheres foram assassinadas no Brasil entre os anos
de 1980 e 2010, tendo quase metade dessas mortes se concentrado apenas na
última década. Em 2011, o Sistema de Informação de Agravos de Notificação,
do Ministério da Saúde, registrou 70.270 atendimentos a mulheres vítimas da
violência. A maioria delas tinha entre 15 e 29 anos e foi agredida por
maridos ou namorados.
Isabel Clavelin
Chefe de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
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