[Pactonacional] ENC: SPM mídia: Para ministra, dados confirmam o acerto da lei Maria da Penha

Susan Sousa Alves susan.alves em spmulheres.gov.br
Quarta Março 27 09:29:03 BRT 2013



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De: Isabel Clavelin 
Enviada em: quarta-feira, 27 de março de 2013 09:03
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: SPM mídia: Para ministra, dados confirmam o acerto da lei Maria da
Penha

JORNAL DO SENADO-DF | SOCIEDADE 
LEI MARIA DA PENHA 
Para ministra, dados confirmam o acerto da lei
Veja a matéria no site de origem
<http://www12.senado.gov.br/noticias/jornal/edicoes/2013/03/27/para-ministra
-dados-confirmam-o-acerto-da-lei
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-dados-confirmam-o-acerto-da-lei> >
 
Eleonora disse que as 
mulheres estão mais 
confiantes para fazer 
denúnciasA ministra da Secretaria de Política para as mulheres, Eleonora
Menicucci, disse que a pesquisa DataSenado confirma que o Congresso acertou
ao aprovar o projeto que deu origem à Lei Maria da Penha. Ela elogiou o
levantamento e disse que ele reforça a avaliação da pasta de que a população
está mais confiante na hora de denunciar casos de agressão.
 
- Quando a pesquisa mostra que mais casos são denunciados, significa que as
mulheres estão confiando mais nas instituições - avaliou a ministra.
A relatora da CPI mista que investiga os casos de violência contra a mulher,
senadora Ana Rita (PT-ES), observou que desde 1980 houve um aumento de 230%
no número de mulheres assassinadas no Brasil.
Só nos últimos dez anos, mais de 40 mil mulheres foram mortas de forma
violenta no país, índice que coloca o Brasil nas piores posições no ranking
sobre o tema. Segundo a senadora, a pesquisa realizada pelo Senado - junto
com outras iniciativas, como a criação da Procuradoria Especial da Mulher e
o trabalho da CPI mista - fortalece o papel do Parlamento na defesa dos
direitos das mulheres e no combate à violência.
Para a procuradora especial da Mulher no Senado, Vanessa Grazziotin
(PCdoB-AM), a pesquisa é importante e abre caminho para outros levantamentos
sobre a situação da mulher no Brasil.
- Nosso papel não é apenas o de fazer leis, mas fazer com que sejam
efetivamente conhecidas e aplicadas - assinalou a senadora.
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LEI MARIA DA PENHA 
Mais da metade só busca ajuda depois da terceira agressão
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e-so-busca-ajuda-depois-da-terceira-agressao
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e-so-busca-ajuda-depois-da-terceira-agressao> >
 
O levantamento revela que ainda há resistência por parte das mulheres em
procurar algum tipo de ajuda depois de sofrerem agressões.
 
Mais de 50% das entrevistadas que relataram ter sofrido algum tipo de
violência afirmam ter buscado ajuda apenas após a terceira agressão ou não
ter procurado ajuda alguma.
Em relação à última agressão sofrida, 35% das vítimas oficializaram denúncia
em delegacias comuns, em delegacias da mulher ou na Central de Atendimento à
Mulher (Disque 180).
Pelo menos 34% das vítimas procuraram alternativas à denúncia formal, como a
ajuda de parentes, de amigos e de igrejas.
O medo, registra o DataSenado, ainda é o maior inibidor das denúncias. A
dependência financeira vem em segundo lugar.
A vergonha da agressão também é apontada como motivo e é mais frequente
conforme cresce a escolaridade e a renda das entrevistadas.
- A grande ajuda que devemos prestar às vítimas de violência é o alerta para
a necessidade de denunciar a agressão nas delegacias. Quando elas não
denunciam, o Estado não pode protegê-las ou coibir a violência - afirmou
Elga Lopes, diretora da Secretaria de Pesquisa e Opinião (Sepop),
responsável pelo levantamento.
A pesquisa do DataSenado trouxe uma boa notícia: a maioria das mulheres já
admite a possibilidade de que qualquer pessoa que tenha conhecimento de uma
agressão física possa denunciar o fato às autoridades.
Essa é a opinião de 60% das entrevistadas este ano. Em 2011, apenas 41%
admitiam a denúncia feita por qualquer pessoa.
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OUTROS 
Em mural, pedidos pelo fim do machismo
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<http://www12.senado.gov.br/noticias/jornal/edicoes/2013/03/27/em-mural-pedi
dos-pelo-fim-do-machismo
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dos-pelo-fim-do-machismo> >
 
O fim do machismo e da violência contra as mulheres estão entre os pedidos
feitos pelas servidoras, autoridades e visitantes que, desde 6 de março,
colam pequenos pedaços de papel num painel exposto no Salão Negro do
Congresso.
Ali, elas registram sonhos e desejos relacionados aos seus direitos para os
próximos anos.
O projeto, uma parceria entre o Senado e a ONU, é parte das ações do Dia
Internacional da Mulher. A recém-criada Procuradoria da Mulher do Senado
entregará à ONU um kit com os dados do painel, para a campanha mundial
Una-se pelo Fim da Violência contra a Mulher.

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SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | REFORMA ELEITORAL | OUTROS 
Vanessa Grazziotin assume Procuradoria da Mulher
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iotin-assume-procuradoria-da-mulher
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iotin-assume-procuradoria-da-mulher> >
 
Vanessa Grazziotin toma 
posse como procuradora 
especial da MulherAo tomar posse ontem como procuradora especial da Mulher
do Senado, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) disse que o órgão é um
importante instrumento na luta pela emancipação feminina. A solenidade foi
realizada na Presidência da Casa.
 
Vanessa é a primeira a assumir a Procuradoria da Mulher, que foi criada no
último dia 20, atendendo a um pedido da própria senadora.
No cargo até 2015, ela terá, entre outras atribuições, de zelar pelas
políticas de gênero em discussão no Poder Legislativo e pela aplicação
dessas políticas no Senado.
Na opinião da senadora, o debate sobre os direitos das mulheres é
prejudicado pela representação política desigual no Parlamento. Apenas 10%
das cadeiras do Senado são ocupadas por senadoras.
- A democracia também se mede pela participação da mulher. Não vamos debater
entre nós mulheres, mas entre homens e mulheres porque juntos é que vamos
superar os problemas - disse ela, assinalando que a Procuradoria acompanhará
programas governamentais para promoção de igualdade de gêneros e realizará
campanhas educativas e antidiscriminatórias
O presidente do Senado, Renan Calheiros, lembrou que a criação da
Procuradoria da Mulher é um de seus compromissos da campanha à Presidência
do Senado.
- É um reconhecimento de que, sem a efetiva participação feminina, não
chegaremos a lugar nenhum. Quanto mais as mulheres tiverem seus direitos
garantidos, melhor será para todos - disse.
Na cerimônia, foram entregues a representantes da ONU mulheres as mensagens
afixadas no painel exposto no Senado em homenagem ao Dia Internacional da
Mulher.
No local, o público feminino que circulou pela Casa deixou bilhetes com as
expectativas e anseios - como a redução da violência doméstica.
Participaram do evento as ministras Eleonora Menicucci (Políticas para as
mulheres) e Miriam Belchior (Planejamento) e os senadores Ana Amélia
(PP-RS), Lúcia Vânia (PSDB-GO), Ana Rita (PT-ES), Lídice da Mata (PSB-BA),
Humberto Costa (PT-PE), Sérgio Souza (PMDB-PR), Ruben Figueiró (PSDB-MS),
Wellington Dias (PT-PI), Romero Jucá (PMDB-RR) e Paulo Paim (PT-RS).


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LEI MARIA DA PENHA 
Resistência a buscar ajuda persiste
Veja pagina da matéria
<http://www.linearclipping.com.br/Capa/2013326234517.jpg
<http://www.linearclipping.com.br/Capa/2013326234517.jpg> >
O levantamento realizado pelo DataSenado sobre violência contra a mulher
revela que ainda há resistência por parte das mulheres em procurar algum
tipo de ajuda após sofrerem agressões. Mais de 50% das entrevistadas que
relataram ter sofrido algum tipo de violência afirmam ter buscado ajuda
apenas após a terceira agressão ou não ter procurado ajuda alguma. 
Em relação à última agressão sofrida, 35% das vítimas oficializaram uma
denúncia formal, contra os agressores, em delegacias comuns, em delegacias
da mulher ou na Central de Atendimento à Mulher (180). Pelo menos 34% das
vítimas procuraram alternativas à denúncia formal, como a ajuda de parentes,
de amigos e de igrejas. 
O medo, registra o DataSenado, ainda é o maior inibidor das denúncias de
violência doméstica. A dependência financeira vem em segundo lugar. A
vergonha da agressão também é apontada como motivo para não denunciar, e é
mais frequente conforme cresce a escolaridade e a renda das entrevistadas. 
A pesquisa do DataSenado também revelou que a maioria das mulheres já admite
a possibilidade de que qualquer pessoa que tenha conhecimento de uma
agressão física possa denunciar o fato às autoridades. Essa é a opinião de
60% das entrevistadas na pesquisa realizada este ano. Em 2011, apenas 41%
admitiam a denúncia feita por qualquer pessoa. 
Ranking 
Em um ranking de 84 países, o Brasil é o sétimo no registro de assassinato
de mulheres. Na América do Sul, o País só perde para a Colômbia e, na
Europa, para a Rússia. Os números brasileiros ainda são maiores do que os de
todos os países árabes e de todos os africanos. 
As pesquisas do DataSenado são feitas por meio de amostragem aleatória
estratificada, com entrevistas telefônicas. A margem de erro admitida é de
três pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa deste ano foi
realizada no período de 18 de fevereiro a 4 de março. 



Isabel Clavelin
Chefe de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
Secretaria de Políticas para as Mulheres - SPM
Presidência da República - PR
Via N1 Leste s/nº, Pavilhão das Metas, Praça dos Três Poderes
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