[Pactonacional] ENC: + spm mídia: Blitz educativa no aeroporto de Brasília
Susan Sousa Alves
susan.alves em spmulheres.gov.br
Quinta Março 28 09:56:58 BRT 2013
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De: Juliana Camelo da Silva
Enviada em: quinta-feira, 28 de março de 2013 09:43
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: + spm mídia: Blitz educativa no aeroporto de Brasília
ALÔ BRASÍLIA ONLINE - DF | BRASÍLIA & CIDADES
LEI MARIA DA PENHA
Imagem 1
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Blitz educativa no aeroporto de Brasília
Veja a matéria no site de origem
<http://www.alo.com.br/xml/_noticiaxml.class.php?veiculo=noticias&IdNoticia=
204542
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Para alertar sobre o tráfico de pessoas, a Secretaria de Justiça e Direitos
Humanos fará a primeira blitz educativa hoje (28) no Aeroporto de Brasília.
De acordo com a pasta, no ano passado, foram quatro casos deste crime
registrado somente no Distrito Federal. Dados do Ministério das Relações
Exteriores (MRE) mostram que no período entre 2005 e 2011, foram
identificadas 337 brasileiros vítimas de tráfico para fins de exploração
sexual e 135 brasileiros vítimas de tráfico para trabalho escravo, em 18
diferentes países.
De acordo com levantamento realizado no final do ano passado pela Secretaria
Nacional de Justiça, a cada cinco dias, uma vítima é alvo deste tipo de
crime no Brasil. A maioria é explorada sexualmente, predominantemente,
jovens mulatas e negras.
A gerente de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas da Sejus, Marta Helena
Santos, explica que os aliciadores também oferecem a prostituição
internacional para pessoas que já trabalham como profissionais do sexo.
Contudo, a maioria das vítimas aceitam sem saber da exploração sexual.
"Algumas sabem com o que estarão lidando, mas não sabem que ao chegar ao
destino, terão o seu direito de ir e vir interrompido, sofrerão ameaças e
agressões", pontua.
Para o subsecretário de Direito Humanos do DF, Todi Moreno, a falta de
denúncias é um problema sério no DF. "É importante que as pessoas
denunciem", ressalta. DENÚNCIAS
Aquelas pessoas que queiram fazer uma denúncia sobre esse tipo de prática
criminosa podem procurar as delegacias das cidades. E as vítimas que estão
no exterior, podem procurar as Embaixadas e Consulados brasileiros ou ligar
para o número 180 - Central de Atendimento à Mulher Internacional.
Juliana Camelo
Assessoria de Imprensa
Secretaria de Políticas para as Mulheres Presidência da República - SPM/PR
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