[Pactonacional] ENC: + SPM mídia: 8ª Ação Lésbica do DF/Clarissa Carvalho
Susan Sousa Alves
susan.alves em spmulheres.gov.br
Segunda Agosto 27 11:56:16 BRT 2012
Para conhecimento.
_____________________________________________
De: Isabel Clavelin
Enviada em: segunda-feira, 27 de agosto de 2012 08:47
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: + SPM mídia: 8ª Ação Lésbica do DF/Clarissa Carvalho
Colegas,
seguem matérias sobre a participação da SPM na 8ª Ação Lésbica do DF, que
teve participação da colega Clarissa Carvalho e distribuição de material da
SPM.
JORNAL DIA A DIA - MS | JUSTIÇA
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | DIREITOS SEXUAIS E
REPRODUTIVOS | OUTROS
Ação em Brasília busca conscientizar que Lei Maria da Penha também se aplica
a casos de violência contra lésbicas
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3942910
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3942910> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
942910
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
942910> >
Veja a matéria no site de origem
<http://www.jornaldiadia.com.br/index.php/justica-e-ordem/104604-acao-em-bra
silia-busca-conscientizar-que-lei-maria-da-penha-tambem-se-aplica-a-casos-de
-violencia-contra-lesbicas
<http://www.jornaldiadia.com.br/index.php/justica-e-ordem/104604-acao-em-bra
silia-busca-conscientizar-que-lei-maria-da-penha-tambem-se-aplica-a-casos-de
-violencia-contra-lesbicas> >
Chamada de capa
Brasília - Organizações sociais promoveram hoje (26) a 8ª Ação Lésbica do
Distrito Federal para conscientizar as mulheres a respeito da Lei Maria da
Penha. O lema da ação, que ocorre anualmente desde 2005, é "Lesbofobia é
Violência contra as mulheres". Em agosto, comemora-se o mês da visibilidade
lésbica.
A manifestação ocorreu durante todo o dia, tendo começando por volta das
10h, com uma concentração na Asa Sul. No período da tarde, foi realizado um
debate sobre como anda o tratamento da violência contra lésbicas no âmbito
de instituições públicas, como em delegacias, na Justiça e nos
disque-atendimentos.
Até de noite, haverá atividades como uma marcha até o Museu Nacional, no
Eixo Monumental, próximo à Catedral de Brasília, e shows de artistas da
cidade - como os DJs Enator, Tashy, HolyBitches e Pati Merenda.
A organização da manifestação não tem estimativas de quantas pessoas
compareceram ou ainda devem comparecer ao evento. A Agência Brasil verificou
a presença de cerca de 60 pessoas durante a concentração, pouco antes do
início da marcha, por volta das 17h.
Durante o evento, foram distribuídas cartilhas informativas da Secretaria de
Políticas para as mulheres (SPM) e do Ministério Público, contendo
orientações contra a violência e sobre os direitos das mulheres. De acordo
com uma das organizadoras da ação, a lésbica autônoma Guaia Monteiro, 24
anos, é necessário questionar o escopo e a aplicação da Lei Maria da Penha
para casos de violência entre mulheres lésbicas.
Em 2001, foram registrados 31 casos e, em 2012, 68 - quantidade considerada
baixa. Para Guaia Monteiro, a violência existe, mas não é registrada como
tal.
Segundo pesquisa realizada pela organização não governamental (ONG) Coturno
de Vênus - Associação Lésbica Feminista de Brasília, constatou-se que, no
Distrito Federal, 59% das mais de 2 mil pessoas entrevistadas alegaram não
saber que a Lei Maria da Penha também deve ser aplicada em casos de
violência contra lésbicas e mulheres bissexuais.
"Acontece a mesma coisa que acontecia antes dessa lei [Maria da Penha],
quando havia violência doméstica entre casais heterossexuais. Deve-se haver
uma forma de registrar esse tipo de violência, de adequar o tratamento dado
pela Justiça e de alertar para o fato de que as lésbicas também têm o
direito de ser atendidas segundo essa lei", disse a organizadora.
A questão foi tratada em debate realizado durante o evento, com a
participação do secretário de Direitos Humanos do DF, Gustavo Bernardes; da
diretora da Coturno de Vênus, Melissa Navarro; e da coordenadora da Central
de Atendimento à Mulher (o Disque 180), Clarissa Carvalho.
Também no evento, ficou disponível um trailer do Programa Quero Fazer, do
Ministério da Saúde, financiado pelo Programa Conjunto das Nações Unidas
sobre HIV/aids (Unaids), em que serão feitos testes de HIV gratuitamente. O
resultado sai em 15 minutos e é sigiloso. A equipe do Quero Fazer ainda tira
dúvidas sobre doenças sexualmente transmissíveis (DST) e formas de
prevenção. Hoje, foram realizados 80 atendimentos.
Edição: Lana Cristina
DIÁRIO DE CANOAS - RS | PAÍS
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | DIREITOS SEXUAIS E
REPRODUTIVOS | OUTROS
Lei Maria da Penha pode ser utilizada em casos de violência contra lésbicas
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3942923
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3942923> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
942923
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
942923> >
Veja a matéria no site de origem
<http://www.diariodecanoas.com.br/pais/409502/legislacao-pode-ser-utilizado-
em-casos-de-violencia-contra-lesbicas.html
<http://www.diariodecanoas.com.br/pais/409502/legislacao-pode-ser-utilizado-
em-casos-de-violencia-contra-lesbicas.html> >
Chamada de capa
Organização promoveu manifestação no Distrito Federal neste domingo
Novo Hamburgo - Organizações sociais promoveram neste domingo a 8ª Ação
Lésbica do Distrito Federal para conscientizar as mulheres a respeito da Lei
Maria da Penha. O lema da ação, que ocorre anualmente desde 2005, é
Lesbofobia é Violência contra as mulheres. Em agosto, comemora-se o mês da
visibilidade lésbica.
A manifestação ocorreu durante todo o dia, tendo começando por volta das 10
horas, com uma concentração na Asa Sul. No período da tarde, foi realizado
um debate sobre como anda o tratamento da violência contra lésbicas no
âmbito de instituições públicas, como em delegacias, na Justiça e nos
disque-atendimentos.
Até de noite, haverá atividades como uma marcha até o Museu Nacional, no
Eixo Monumental, próximo à Catedral de Brasília, e shows de artistas da
cidade - como os DJs Enator, Tashy, HolyBitches e Pati Merenda.
A organização da manifestação não tem estimativas de quantas pessoas
compareceram ou ainda devem comparecer ao evento. A Agência Brasil verificou
a presença de cerca de 60 pessoas durante a concentração, pouco antes do
início da marcha, por volta das 17h.
Durante o evento, foram distribuídas cartilhas informativas da Secretaria de
Políticas para as mulheres (SPM) e do Ministério Público, contendo
orientações contra a violência e sobre os direitos das mulheres. De acordo
com uma das organizadoras da ação, a lésbica autônoma Guaia Monteiro, 24
anos, é necessário questionar o escopo e a aplicação da Lei Maria da Penha
para casos de violência entre mulheres lésbicas.
Em 2001, foram registrados 31 casos e, em 2012, 68 - quantidade considerada
baixa. Para Guaia Monteiro, a violência existe, mas não é registrada como
tal.
Segundo pesquisa realizada pela organização não governamental (ONG) Coturno
de Vênus - Associação Lésbica Feminista de Brasília, constatou-se que, no
Distrito Federal, 59% das mais de 2 mil pessoas entrevistadas alegaram não
saber que a Lei Maria da Penha também deve ser aplicada em casos de
violência contra lésbicas e mulheres bissexuais.
"Acontece a mesma coisa que acontecia antes dessa lei (Maria da Penha),
quando havia violência doméstica entre casais heterossexuais. Deve-se haver
uma forma de registrar esse tipo de violência, de adequar o tratamento dado
pela Justiça e de alertar para o fato de que as lésbicas também têm o
direito de ser atendidas segundo essa lei", disse a organizadora.
A questão foi tratada em debate realizado durante o evento, com a
participação do secretário de Direitos Humanos do DF, Gustavo Bernardes; da
diretora da Coturno de Vênus, Melissa Navarro; e da coordenadora da Central
de Atendimento à Mulher (o Disque 180), Clarissa Carvalho.
Também no evento, ficou disponível um trailer do Programa Quero Fazer, do
Ministério da Saúde, financiado pelo Programa Conjunto das Nações Unidas
sobre HIV/aids (Unaids), em que serão feitos testes de HIV gratuitamente. O
resultado sai em 15 minutos e é sigiloso. A equipe do Quero Fazer ainda tira
dúvidas sobre doenças sexualmente transmissíveis (DST) e formas de
prevenção. Hoje, foram realizados 80 atendimentos.
Isabel Clavelin
Chefe de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
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