[Pactonacional] ENC: ++ SPM mídia: 8ª Ação Lésbica do DF/Clarissa Carvalho

Susan Sousa Alves susan.alves em spmulheres.gov.br
Segunda Agosto 27 11:56:04 BRT 2012


Para conhecimento.

_____________________________________________
De: Isabel Clavelin 
Enviada em: segunda-feira, 27 de agosto de 2012 09:23
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: ++ SPM mídia: 8ª Ação Lésbica do DF/Clarissa Carvalho



Colegas,

seguem  mais  matérias sobre a participação da SPM na 8ª Ação Lésbica do DF,
que teve participação da colega Clarissa Carvalho em debate e distribuição
de material da SPM.  O evento teve cobertura da Agência Brasil e ampla
repercussão em portais noticiosos de internet: ++ Uol, Terra, Correio
Braziliense, Jornal do Brasil On Line, Estado de Minas, Gazeta do Povo,
entre outros. 

UOL | UOL NOTÍCIAS 
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | DIREITOS SEXUAIS E
REPRODUTIVOS | OUTROS 
Lésbicas fazem ato em Brasília para exigir aplicação da Lei Maria da Penha a
casais gays
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3939894
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3939894> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
939894
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
939894> >
Veja a matéria no site de origem
<http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2012/08/26/lesbicas-f
azem-ato-em-brasilia-para-exigir-aplicacao-da-lei-maria-da-penha-a-casais-ga
ys.htm
<http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2012/08/26/lesbicas-f
azem-ato-em-brasilia-para-exigir-aplicacao-da-lei-maria-da-penha-a-casais-ga
ys.htm> >
Chamada de capa
Organizações sociais promoveram neste domingo (26) a 8ª Ação Lésbica do
Distrito Federal para conscientizar as mulheres a respeito da Lei Maria da
Penha. O lema da ação, que ocorre anualmente desde 2005, é "Lesbofobia é
Violência contra as mulheres". Em agosto, comemora-se o mês da visibilidade
lésbica. 
A manifestação ocorreu durante todo o dia, tendo começando por volta das
10h, com uma concentração na Asa Sul. No período da tarde, foi realizado um
debate sobre como anda o tratamento da violência contra lésbicas no âmbito
de instituições públicas, como em delegacias, na Justiça e nos
disque-atendimentos. 
Até de noite, haverá atividades como uma marcha até o Museu Nacional, no
Eixo Monumental, próximo à Catedral de Brasília, e shows de artistas da
cidade --como os DJs Enator, Tashy, HolyBitches e Pati Merenda. 
A organização da manifestação não tem estimativas de quantas pessoas
compareceram ou ainda devem comparecer ao evento. 
Durante o evento, foram distribuídas cartilhas informativas da Secretaria de
Políticas para as mulheres (SPM) e do Ministério Público, contendo
orientações contra a violência e sobre os direitos das mulheres. De acordo
com uma das organizadoras da ação, a lésbica autônoma Guaia Monteiro, 24, é
necessário questionar o escopo e a aplicação da Lei Maria da Penha para
casos de violência entre mulheres lésbicas. 
Em 2001, foram registrados 31 casos e, em 2012, 68 - quantidade considerada
baixa. Para Guaia Monteiro, a violência existe, mas não é registrada como
tal. 
Segundo pesquisa realizada pela organização não governamental (ONG) Coturno
de Vênus --Associação Lésbica Feminista de Brasília, constatou-se que, no
Distrito Federal, 59% das mais de 2.000 pessoas entrevistadas alegaram não
saber que a Lei Maria da Penha também deve ser aplicada em casos de
violência contra lésbicas e mulheres bissexuais. 
"Acontece a mesma coisa que acontecia antes dessa lei [Maria da Penha],
quando havia violência doméstica entre casais heterossexuais. Deve-se haver
uma forma de registrar esse tipo de violência, de adequar o tratamento dado
pela Justiça e de alertar para o fato de que as lésbicas também têm o
direito de ser atendidas segundo essa lei", disse a organizadora. 
A questão foi tratada em debate realizado durante o evento, com a
participação do secretário de Direitos Humanos do DF, Gustavo Bernardes; da
diretora da Coturno de Vênus, Melissa Navarro; e da coordenadora da Central
de Atendimento à Mulher (o Disque 180), Clarissa Carvalho. 
Também no evento, ficou disponível um trailer do Programa Quero Fazer, do
Ministério da Saúde, financiado pelo Programa Conjunto das Nações Unidas
sobre HIV/aids (Unaids), em que serão feitos testes de HIV gratuitamente. O
resultado sai em 15 minutos e é sigiloso. A equipe do Quero Fazer ainda tira
dúvidas sobre doenças sexualmente transmissíveis (DST) e formas de
prevenção. Hoje, foram realizados 80 atendimentos. 


MSN NOTÍCIAS | NOTÍCIAS 
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | DIREITOS SEXUAIS E
REPRODUTIVOS | OUTROS 
Ação em Brasília busca conscientizar que Lei Maria da Penha também se aplica
a casos de violência contra lésbicas | A
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3942917
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3942917> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
942917
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
942917> >
Veja a matéria no site de origem
<http://noticias.br.msn.com/story.aspx?cp-documentid=253458847
<http://noticias.br.msn.com/story.aspx?cp-documentid=253458847> >
Chamada de capa
Carolina Sarres Repórter da Agência Brasil Brasília - Organizações sociais
promoveram hoje (26) a 8ª Ação Lésbica do Distrito Federal para
conscientizar as mulheres a respeito da Lei Maria da Penha. O lema da ação,
que ocorre anualmente desde 2005,... 
Repórter da Agência Brasil 
Brasília - Organizações sociais promoveram hoje (26) a 8ª Ação Lésbica do
Distrito Federal para conscientizar as mulheres a respeito da Lei Maria da
Penha. O lema da ação, que ocorre anualmente desde 2005, é Lesbofobia é
Violência Contra as mulheres. Em agosto, comemora-se o mês da visibilidade
lésbica. 
A manifestação ocorreu durante todo o dia, tendo começando por volta das
10h, com uma concentração na Asa Sul. No período da tarde, foi realizado um
debate sobre como anda o tratamento da violência contra lésbicas no âmbito
de instituições públicas, como em delegacias, na Justiça e nos
disque-atendimentos. 
Até de noite, haverá atividades como uma marcha até o Museu Nacional, no
Eixo Monumental, próximo à Catedral de Brasília, e shows de artistas da
cidade - como os DJs Enator, Tashy, HolyBitches e Pati Merenda. 
A organização da manifestação não tem estimativas de quantas pessoas
compareceram ou ainda devem comparecer ao evento. A Agência Brasil verificou
a presença de cerca de 60 pessoas durante a concentração, pouco antes do
início da marcha, por volta da 17h. 
Durante o evento, foram distribuídas cartilhas informativas da Secretaria de
Políticas para as mulheres (SPM) e do Ministério Público, contendo
orientações contra a violência e sobre os direitos das mulheres. De acordo
com uma das organizadoras da ação, a lésbica autônoma Guaia Monteiro, 24
anos, é necessário questionar o escopo e a aplicação da Lei Maria da Penha
para casos de violência entre mulheres lésbicas. 
Em 2001, foram registrados 31 casos e, em 2012, 68 - quantidade considerada
baixa. Para Guaia Monteiro, a violência existe, mas não é registrada como
tal. 
Segundo pesquisa realizada pela organização não governamental (ONG) Coturno
de Vênus - Associação Lésbica Feminista de Brasília, constatou-se que, no
Distrito Federal, 59% das mais de 2 mil pessoas entrevistadas alegaram não
saber que a Lei Maria da Penha também deve ser aplicada em casos de
violência contra lésbicas e mulheres bissexuais. 
"Acontece a mesma coisa que acontecia antes dessa lei [Maria da Penha],
quando havia violência doméstica entre casais heterossexuais. Deve-se haver
uma forma de registrar esse tipo de violência, de adequar o tratamento dado
pela Justiça e de alertar para o fato de que as lésbicas também têm o
direito de ser atendidas segundo essa lei", disse a organizadora. 
A questão foi tratada em debate realizado durante o evento, com a
participação do secretário de Direitos Humanos do DF, Gustavo Bernardes; da
diretora da Coturno de Vênus, Melissa Navarro; e da coordenadora da Central
de Atendimento à Mulher (o Disque 180), Clarissa Carvalho. 
Também no evento, ficou disponível um trailer do Programa Quero Fazer, do
Ministério da Saúde, financiado pelo Programa Conjunto das Nações Unidas
sobre HIV/aids (Unaids), em que serão feitos testes de HIV gratuitamente. O
resultado sai em 15 minutos e é sigiloso. A equipe do Quero Fazer ainda tira
dúvidas sobre doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e formas de
prevenção. Hoje, foram realizados 80 atendimentos. 
Edição: Lana Cristina 
Agência Brasil - Todos os direitos reservados.

CORREIO BRAZILIENSE ONLINE | CIDADES DF 
LEI MARIA DA PENHA | OUTROS 
Parte da população desconhece que Maria da Penha é aplicada para lésbicas
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3939913
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3939913> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
939913
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
939913> >
Veja a matéria no site de origem
<http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/08/26/interna
_cidadesdf,319189/parte-da-populacao-desconhece-que-maria-da-penha-e-aplicad
a-para-lesbicas.shtml
<http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/08/26/interna
_cidadesdf,319189/parte-da-populacao-desconhece-que-maria-da-penha-e-aplicad
a-para-lesbicas.shtml> >
Chamada de capa
Uma pesquisa conduzida pela Associação Lésbica Feminista de Brasília Coturno
de Vênus constatou que quase 60% das pessoas ouvidas desconheciam a
aplicabilidade da Lei Maria da Penha em casos de violência contra lésbicas
ou entre lésbicas. Justamente por isso o grupo e outras organizações
militantes pelos direitos de mulheres homossexuais organizaram na tarde
deste domingo (26/8) um encontro para debater o assunto e esclarecer o uso
da lei. Até as 17h, pelo menos 100 pessoas participavam. 
A 8ª Ação Lésbica do Distrito Federal começou às 14h, quando uma roda de
discussão abordou o tema Lei Maria da Penha Para Todas. O debate contou com
representantes da Secretaria de Política para as mulheres, vinculada à
Presidência da República, integrantes de movimentos feministas e
participantes. 
O estudo feito pelo Coturno de Vênus ouviu 2 mil pessoas no DF entre agosto
de 2010 e agosto de 2011. As entrevistas aconteceram com pessoas de ambos os
sexos, de todas as orientações sexuais e identidade de gênero. Basicamente,
questionava os participantes sobre o conhecimento da abrangência da Lei
Maria da Penha em relação à violência contra lésbicas ou entre duas mulheres
que mantém um relacionamento. O resultado constatou que 59% dos indivíduos
entrevistados desconheciam esse uso. 
"Não foi surpresa. Até esperávamos esse resultado. Mas uma coisa é o que
sabemos do dia a dia, outra coisa é ter uma pesquisa nas mãos. Com ela,
podemos cobrar os governantes e também levantar o debate", comenta a
diretora do Coturno de Vênus, Melissa Navarro. A militante lembra que a lei
de proteção à mulher é universal, ou seja, não vale apenas para a violência
do homem contra a mulher. "Por isso, é a primeira lei, por exemplo, a
reconhecer a união entre duas mulheres", avalia. 
A pesquisa contou com o apoio do Fundo Brasil de Direitos Humanos. A partir
do documento, os pesquisadores elaboraram uma cartilha com esclarecimentos,
textos explicativos e orientações. O material deveria ter sido distribuído
hoje, mas não ficou pronto a tempo. 
A deputada federal Érika Kokay (PT-DF), vice-presidente da Comissão de
Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, esteve no evento, que começou a
encher no entardecer. A interpretação da parlamentar é que é fundamental
fazer o recorte da orientação sexual na leitura da lei. "É preciso um
diálogo mais efetivo com as instâncias que estão discutindo a lei da Maria
da Penha e com quem tem o compromisso de sua implementação para assegurar o
conhecimento e a aplicação do direito. O fato de mais da metade das pessoas
não saber que a lei vale para lésbicas é um grave sintoma da invisibilidade
que a homoafetividade tem hoje no país", opinou. 
O presidente do Conselho de Direitos Humanos da Secretaria de Justiça do DF,
Michel Platini, concorda com a deputada e diz que atividades como a de hoje
servem para "empoderar as mulheres para que elas consigam fazer valer seus
direitos". A ideia é que as participantes do evento sigam até o Complexo
Cultural da República a pé, com previsão de chegada para as 22h. Lá, DJs
lésbicas devem agitar a praça do Museu da República até o encerramento do
ato. 
Para o casal Ana Flávia Teixeira Pereira, 39 anos, e Mariléia da Rocha
Rodrigues, 44, é preciso também levar a informação para outras cidades do
DF. "Nas outras cidades, há menor disseminação de informação. Temos que
pensar em fazer essas ações em outros locais, onde as pessoas têm menos
noção de seus direitos", aconselha Mariléia. 
TERRA | BRASIL
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | DIREITOS SEXUAIS E
REPRODUTIVOS | OUTROS 
DF: ação lésbica busca conscientizar sobre Lei Maria da Penha
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3939887
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3939887> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
939887
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
939887> >
Veja a matéria no site de origem
<http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI6104513-EI8139,00-DF+acao
+lesbica+busca+conscientizar+sobre+Lei+Maria+da+Penha.html
<http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI6104513-EI8139,00-DF+acao
+lesbica+busca+conscientizar+sobre+Lei+Maria+da+Penha.html> >
Chamada de capa
Organizações sociais promoveram neste domingo a 8ª Ação Lésbica do Distrito
Federal para conscientizar as mulheres a respeito da Lei Maria da Penha. O
lema da ação, que ocorre anualmente desde 2005, é "Lesbofobia é violência
contra as mulheres". Em agosto, comemora-se o mês da visibilidade lésbica. 
A manifestação ocorreu durante todo o dia, tendo começando por volta das
10h, com uma concentração na Asa Sul. No período da tarde, foi realizado um
debate sobre como anda o tratamento da violência contra lésbicas no âmbito
de instituições públicas, como em delegacias, na Justiça e nos
disque-atendimentos. 
Até de noite, haverá atividades como uma marcha até o Museu Nacional, no
Eixo Monumental, próximo à Catedral de Brasília, e shows de artistas da
cidade - como os DJs Enator, Tashy, HolyBitches e Pati Merenda. 
A organização da manifestação não tem estimativas de quantas pessoas
compareceram ou ainda devem comparecer ao evento. A Agência Brasil verificou
a presença de cerca de 60 pessoas durante a concentração, pouco antes do
início da marcha, por volta da 17h. 
Durante o evento, foram distribuídas cartilhas informativas da Secretaria de
Políticas para as mulheres (SPM) e do Ministério Público contendo
orientações contra a violência e sobre os direitos das mulheres. De acordo
com uma das organizadoras da ação, Guaia Monteiro, 24 anos, é necessário
questionar o escopo e a aplicação da Lei Maria da Penha para casos de
violência entre mulheres lésbicas. 
Em 2001, foram registrados 31 casos e, em 2012, 68 - quantidade considerada
baixa. Para Guaia Monteiro, a violência existe, mas não é registrada como
tal. Segundo pesquisa realizada pela organização não governamental (ONG)
Coturno de Vênus - Associação Lésbica Feminista de Brasília, constatou-se
que, no Distrito Federal, 59% das mais de 2 mil pessoas entrevistadas
alegaram não saber que a Lei Maria da Penha também deve ser aplicada em
casos de violência contra lésbicas e mulheres bissexuais. 
"Acontece a mesma coisa que acontecia antes dessa lei (Maria da Penha),
quando havia violência doméstica entre casais heterossexuais. Deve-se haver
uma forma de registrar esse tipo de violência, de adequar o tratamento dado
pela Justiça e de alertar para o fato de que as lésbicas também têm o
direito de ser atendidas segundo essa lei", disse a organizadora. 
A questão foi tratada em debate realizado durante o evento, com a
participação do secretário de Direitos Humanos do DF, Gustavo Bernardes; da
diretora da Coturno de Vênus, Melissa Navarro; e da coordenadora da Central
de Atendimento à Mulher (o Disque 180), Clarissa Carvalho. 
Também no evento, esteve disponível um trailer do Programa Quero Fazer, do
Ministério da Saúde, financiado pelo Programa Conjunto das Nações Unidas
sobre HIV/aids (Unaids), em que serão feitos testes de HIV gratuitamente. O
resultado sai em 15 minutos e é sigiloso. A equipe do Quero Fazer ainda tira
dúvidas sobre doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e formas de
prevenção. Hoje, foram realizados 80 atendimentos. 


CORREIO24HORAS | NOTÍCIAS 
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | DIREITOS SEXUAIS E
REPRODUTIVOS | OUTROS 
Ação em Brasília busca conscientizar que Lei Maria da Penha também se aplica
a casos de violência contra lésbicas
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3942964
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3942964> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
942964
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
942964> >
Veja a matéria no site de origem
<http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-1/artigo/acao-e
m-brasilia-busca-conscientizar-que-lei-maria-da-penha-tambem-se-aplica-a-cas
os-de-violencia-co/
<http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-1/artigo/acao-e
m-brasilia-busca-conscientizar-que-lei-maria-da-penha-tambem-se-aplica-a-cas
os-de-violencia-co/> >
Chamada de capa
Em agosto, comemora-se o mês da visibilidade lésbica 
Organizações sociais promoveram hoje (26) a 8ª Ação Lésbica do Distrito
Federal para conscientizar as mulheres a respeito da Lei Maria da Penha. O
lema da ação, que ocorre anualmente desde 2005, é "Lesbofobia é Violência
contra as mulheres". Em agosto, comemora-se o mês da visibilidade lésbica. 
A manifestação ocorreu durante todo o dia, tendo começando por volta das
10h, com uma concentração na Asa Sul. No período da tarde, foi realizado um
debate sobre como anda o tratamento da violência contra lésbicas no âmbito
de instituições públicas, como em delegacias, na Justiça e nos
disque-atendimentos. 
Até de noite, haverá atividades como uma marcha até o Museu Nacional, no
Eixo Monumental, próximo à Catedral de Brasília, e shows de artistas da
cidade - como os DJs Enator, Tashy, HolyBitches e Pati Merenda. 
A organização da manifestação não tem estimativas de quantas pessoas
compareceram ou ainda devem comparecer ao evento. A reportagem verificou a
presença de cerca de 60 pessoas durante a concentração, pouco antes do
início da marcha, por volta das 17h. 
Durante o evento, foram distribuídas cartilhas informativas da Secretaria de
Políticas para as mulheres (SPM) e do Ministério Público, contendo
orientações contra a violência e sobre os direitos das mulheres. De acordo
com uma das organizadoras da ação, a lésbica autônoma Guaia Monteiro, 24
anos, é necessário questionar o escopo e a aplicação da Lei Maria da Penha
para casos de violência entre mulheres lésbicas. 
Em 2001, foram registrados 31 casos e, em 2012, 68 - quantidade considerada
baixa. Para Guaia Monteiro, a violência existe, mas não é registrada como
tal. 
Segundo pesquisa realizada pela organização não governamental (ONG) Coturno
de Vênus - Associação Lésbica Feminista de Brasília, constatou-se que, no
Distrito Federal, 59% das mais de 2 mil pessoas entrevistadas alegaram não
saber que a Lei Maria da Penha também deve ser aplicada em casos de
violência contra lésbicas e mulheres bissexuais. 
"Acontece a mesma coisa que acontecia antes dessa lei [Maria da Penha],
quando havia violência doméstica entre casais heterossexuais. Deve-se haver
uma forma de registrar esse tipo de violência, de adequar o tratamento dado
pela Justiça e de alertar para o fato de que as lésbicas também têm o
direito de ser atendidas segundo essa lei", disse a organizadora. 
A questão foi tratada em debate realizado durante o evento, com a
participação do secretário de Direitos Humanos do DF, Gustavo Bernardes; da
diretora da Coturno de Vênus, Melissa Navarro; e da coordenadora da Central
de Atendimento à Mulher (o Disque 180), Clarissa Carvalho. 
Também no evento, ficou disponível um trailer do Programa Quero Fazer, do
Ministério da Saúde, financiado pelo Programa Conjunto das Nações Unidas
sobre HIV/aids (Unaids), em que serão feitos testes de HIV gratuitamente. O
resultado sai em 15 minutos e é sigiloso. A equipe do Quero Fazer ainda tira
dúvidas sobre doenças sexualmente transmissíveis (DST) e formas de
prevenção. Hoje, foram realizados 80 atendimentos. As informações são da
Agência Brasil. 

BOA INFORMAÇÃO | NOTÍCIAS 
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | DIREITOS SEXUAIS E
REPRODUTIVOS | OUTROS 
Lei Maria da Penha: ação conscientiza para casos de violência contra
lésbicas
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3942920
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3942920> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
942920
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
942920> >
Veja a matéria no site de origem
<http://www.boainformacao.com.br/2012/08/lei-maria-da-penha-acao-conscientiz
a-para-casos-de-violencia-contra-lesbicas/
<http://www.boainformacao.com.br/2012/08/lei-maria-da-penha-acao-conscientiz
a-para-casos-de-violencia-contra-lesbicas/> >
Chamada de capa
Brasília - Organizações sociais promoveram hoje (26) a 8ª Ação Lésbica do
Distrito Federal para conscientizar as mulheres a respeito da Lei Maria da
Penha. O lema da ação, que ocorre anualmente desde 2005, é "Lesbofobia é
Violência contra as mulheres". Em agosto, comemora-se o mês da visibilidade
lésbica. 
A manifestação ocorreu durante todo o dia, tendo começando por volta das
10h, com uma concentração na Asa Sul. No período da tarde, foi realizado um
debate sobre como anda o tratamento da violência contra lésbicas no âmbito
de instituições públicas, como em delegacias, na Justiça e nos
disque-atendimentos. 
Até de noite, haverá atividades como uma marcha até o Museu Nacional, no
Eixo Monumental, próximo à Catedral de Brasília, e shows de artistas da
cidade - como os DJs Enator, Tashy, HolyBitches e Pati Merenda. 
A organização da manifestação não tem estimativas de quantas pessoas
compareceram ou ainda devem comparecer ao evento. A Agência Brasil verificou
a presença de cerca de 60 pessoas durante a concentração, pouco antes do
início da marcha, por volta das 17h. 
Durante o evento, foram distribuídas cartilhas informativas da Secretaria de
Políticas para as mulheres (SPM) e do Ministério Público, contendo
orientações contra a violência e sobre os direitos das mulheres. De acordo
com uma das organizadoras da ação, a lésbica autônoma Guaia Monteiro, 24
anos, é necessário questionar o escopo e a aplicação da Lei Maria da Penha
para casos de violência entre mulheres lésbicas. 
Em 2001, foram registrados 31 casos e, em 2012, 68 - quantidade considerada
baixa. Para Guaia Monteiro, a violência existe, mas não é registrada como
tal. 
Segundo pesquisa realizada pela organização não governamental (ONG) Coturno
de Vênus - Associação Lésbica Feminista de Brasília, constatou-se que, no
Distrito Federal, 59% das mais de 2 mil pessoas entrevistadas alegaram não
saber que a Lei Maria da Penha também deve ser aplicada em casos de
violência contra lésbicas e mulheres bissexuais. 
"Acontece a mesma coisa que acontecia antes dessa lei [Maria da Penha],
quando havia violência doméstica entre casais heterossexuais. Deve-se haver
uma forma de registrar esse tipo de violência, de adequar o tratamento dado
pela Justiça e de alertar para o fato de que as lésbicas também têm o
direito de ser atendidas segundo essa lei", disse a organizadora. 
A questão foi tratada em debate realizado durante o evento, com a
participação do secretário de Direitos Humanos do DF, Gustavo Bernardes; da
diretora da Coturno de Vênus, Melissa Navarro; e da coordenadora da Central
de Atendimento à Mulher (o Disque 180), Clarissa Carvalho. 
Também no evento, ficou disponível um trailer do Programa Quero Fazer, do
Ministério da Saúde, financiado pelo Programa Conjunto das Nações Unidas
sobre HIV/aids (Unaids), em que serão feitos testes de HIV gratuitamente. O
resultado sai em 15 minutos e é sigiloso. A equipe do Quero Fazer ainda tira
dúvidas sobre doenças sexualmente transmissíveis (DST) e formas de
prevenção. Hoje, foram realizados 80 atendimentos. 


NE 10 | COTIDIANO 
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | DIREITOS SEXUAIS E
REPRODUTIVOS | OUTROS 
Ação em Brasília conscientiza que Lei Maria da Penha também se aplica a
violência contra lésbicas
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3942908
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3942908> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
942908
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
942908> >
Veja a matéria no site de origem
<http://ne10.uol.com.br/canal/cotidiano/nacional/noticia/2012/08/26/acao-em-
brasilia-conscientiza-que-lei-maria-da-penha-tambem-se-aplica-a-violencia-co
ntra-lesbicas-363998.php
<http://ne10.uol.com.br/canal/cotidiano/nacional/noticia/2012/08/26/acao-em-
brasilia-conscientiza-que-lei-maria-da-penha-tambem-se-aplica-a-violencia-co
ntra-lesbicas-363998.php> >
Chamada de capa
Organizações sociais promoveram neste domingo (26) a 8ª Ação Lésbica do
Distrito Federal para conscientizar as mulheres a respeito da Lei Maria da
Penha. O lema da ação, que ocorre anualmente desde 2005, é "Lesbofobia é
Violência contra as mulheres". Em agosto, comemora-se o mês da visibilidade
lésbica. 
A manifestação ocorreu durante todo o dia, tendo começando por volta das
10h, com uma concentração na Asa Sul. No período da tarde, foi realizado um
debate sobre como anda o tratamento da violência contra lésbicas no âmbito
de instituições públicas, como em delegacias, na Justiça e nos
disque-atendimentos. 
Até de noite, haverá atividades como uma marcha até o Museu Nacional, no
Eixo Monumental, próximo à Catedral de Brasília, e shows de artistas da
cidade - como os DJs Enator, Tashy, HolyBitches e Pati Merenda. 
A organização da manifestação não tem estimativas de quantas pessoas
compareceram ou ainda devem comparecer ao evento. A Agência Brasil verificou
a presença de cerca de 60 pessoas durante a concentração, pouco antes do
início da marcha, por volta das 17h. 
Durante o evento, foram distribuídas cartilhas informativas da Secretaria de
Políticas para as mulheres (SPM) e do Ministério Público, contendo
orientações contra a violência e sobre os direitos das mulheres. De acordo
com uma das organizadoras da ação, a lésbica autônoma Guaia Monteiro, 24
anos, é necessário questionar o escopo e a aplicação da Lei Maria da Penha
para casos de violência entre mulheres lésbicas. 
Em 2001, foram registrados 31 casos e, em 2012, 68 - quantidade considerada
baixa. Para Guaia Monteiro, a violência existe, mas não é registrada como
tal. 
Segundo pesquisa realizada pela organização não governamental (ONG) Coturno
de Vênus - Associação Lésbica Feminista de Brasília, constatou-se que, no
Distrito Federal, 59% das mais de 2 mil pessoas entrevistadas alegaram não
saber que a Lei Maria da Penha também deve ser aplicada em casos de
violência contra lésbicas e mulheres bissexuais. 
"Acontece a mesma coisa que acontecia antes dessa lei [Maria da Penha],
quando havia violência doméstica entre casais heterossexuais. Deve-se haver
uma forma de registrar esse tipo de violência, de adequar o tratamento dado
pela Justiça e de alertar para o fato de que as lésbicas também têm o
direito de ser atendidas segundo essa lei", disse a organizadora. 
A questão foi tratada em debate realizado durante o evento, com a
participação do secretário de Direitos Humanos do DF, Gustavo Bernardes; da
diretora da Coturno de Vênus, Melissa Navarro; e da coordenadora da Central
de Atendimento à Mulher (o Disque 180), Clarissa Carvalho. 
Também no evento, ficou disponível um trailer do Programa Quero Fazer, do
Ministério da Saúde, financiado pelo Programa Conjunto das Nações Unidas
sobre HIV/aids (Unaids), em que serão feitos testes de HIV gratuitamente. O
resultado sai em 15 minutos e é sigiloso. A equipe do Quero Fazer ainda tira
dúvidas sobre doenças sexualmente transmissíveis (DST) e formas de
prevenção. Hoje, foram realizados 80 atendimentos. 
Fonte: Agência Brasil
JORNAL DO BRASIL ONLINE - RJ | PAÍS 
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | DIREITOS SEXUAIS E
REPRODUTIVOS | OUTROS 
Lei Maria da Penha: ação conscientiza para casos de violência contra
lésbicas 
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3942732
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3942732> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
942732
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
942732> >
Veja a matéria no site de origem
<http://www.jb.com.br/pais/noticias/2012/08/26/lei-maria-da-penha-acao-consc
ientiza-para-casos-de-violencia-contra-lesbicas/
<http://www.jb.com.br/pais/noticias/2012/08/26/lei-maria-da-penha-acao-consc
ientiza-para-casos-de-violencia-contra-lesbicas/> >
Chamada de capa
Brasília - Organizações sociais promoveram hoje (26) a 8ª Ação Lésbica do
Distrito Federal para conscientizar as mulheres a respeito da Lei Maria da
Penha. O lema da ação, que ocorre anualmente desde 2005, é "Lesbofobia é
Violência contra as mulheres". Em agosto, comemora-se o mês da visibilidade
lésbica. A manifestação ocorreu durante todo o dia, tendo começando por
volta das 10h, com uma concentração na Asa Sul. No período da tarde, foi
realizado um debate sobre como anda o tratamento da violência contra
lésbicas no âmbito de instituições públicas, como em delegacias, na Justiça
e nos disque-atendimentos. Até de noite, haverá atividades como uma marcha
até o Museu Nacional, no Eixo Monumental, próximo à Catedral de Brasília, e
shows de artistas da cidade - como os DJs Enator, Tashy, HolyBitches e Pati
Merenda. A organização da manifestação não tem estimativas de quantas
pessoas compareceram ou ainda devem comparecer ao evento. A Agência Brasil
verificou a presença de cerca de 60 pessoas durante a concentração, pouco
antes do início da marcha, por volta das 17h. Durante o evento, foram
distribuídas cartilhas informativas da Secretaria de Políticas para as
mulheres (SPM) e do Ministério Público, contendo orientações contra a
violência e sobre os direitos das mulheres. De acordo com uma das
organizadoras da ação, a lésbica autônoma Guaia Monteiro, 24 anos, é
necessário questionar o escopo e a aplicação da Lei Maria da Penha para
casos de violência entre mulheres lésbicas. Em 2001, foram registrados 31
casos e, em 2012, 68 - quantidade considerada baixa. Para Guaia Monteiro, a
violência existe, mas não é registrada como tal. Segundo pesquisa realizada
pela organização não governamental (ONG) Coturno de Vênus - Associação
Lésbica Feminista de Brasília, constatou-se que, no Distrito Federal, 59%
das mais de 2 mil pessoas entrevistadas alegaram não saber que a Lei Maria
da Penha também deve ser aplicada em casos de violência contra lésbicas e
mulheres bissexuais. "Acontece a mesma coisa que acontecia antes dessa lei
[Maria da Penha], quando havia violência doméstica entre casais
heterossexuais. Deve-se haver uma forma de registrar esse tipo de violência,
de adequar o tratamento dado pela Justiça e de alertar para o fato de que as
lésbicas também têm o direito de ser atendidas segundo essa lei", disse a
organizadora. A questão foi tratada em debate realizado durante o evento,
com a participação do secretário de Direitos Humanos do DF, Gustavo
Bernardes; da diretora da Coturno de Vênus, Melissa Navarro; e da
coordenadora da Central de Atendimento à Mulher (o Disque 180), Clarissa
Carvalho. Também no evento, ficou disponível um trailer do Programa Quero
Fazer, do Ministério da Saúde, financiado pelo Programa Conjunto das Nações
Unidas sobre HIV/aids (Unaids), em que serão feitos testes de HIV
gratuitamente. O resultado sai em 15 minutos e é sigiloso. A equipe do Quero
Fazer ainda tira dúvidas sobre doenças sexualmente transmissíveis (DST) e
formas de prevenção. Hoje, foram realizados 80 atendimentos.

ESTADO DE MINAS ONLINE | 
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | DIREITOS SEXUAIS E
REPRODUTIVOS | OUTROS 
Ação em Brasília busca conscientizar que Lei Maria da Penha também se aplica
a casos de violência contra lésbicas (Mundo)
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3940582
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3940582> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
940582
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
940582> >
Veja a matéria no site de origem
<http://www.em.com.br/app/noticia/nacional/2012/08/26/interna_nacional,31396
8/acao-em-brasilia-busca-conscientizar-que-lei-maria-da-penha-tambem-se-apli
ca-a-casos-de-violencia-contra-lesbicas.shtml
<http://www.em.com.br/app/noticia/nacional/2012/08/26/interna_nacional,31396
8/acao-em-brasilia-busca-conscientizar-que-lei-maria-da-penha-tambem-se-apli
ca-a-casos-de-violencia-contra-lesbicas.shtml> >
Chamada de capa
Organizações sociais promoveram neste domingo (26) a 8ª Ação Lésbica do
Distrito Federal para conscientizar as mulheres a respeito da Lei Maria da
Penha. O lema da ação, que ocorre anualmente desde 2005, é "Lesbofobia é
Violência contra as mulheres". Em agosto, comemora-se o mês da visibilidade
lésbica.A manifestação ocorreu durante todo o dia, tendo começando por volta
das 10h, com uma concentração na Asa Sul. No período da tarde, foi realizado
um debate sobre como anda o tratamento da violência contra lésbicas no
âmbito de instituições públicas, como em delegacias, na Justiça e nos
disque-atendimentos.Até de noite, haverá atividades como uma marcha até o
Museu Nacional, no Eixo Monumental, próximo à Catedral de Brasília, e shows
de artistas da cidade - como os DJs Enator, Tashy, HolyBitches e Pati
Merenda.A organização da manifestação não tem estimativas de quantas pessoas
compareceram ou ainda devem comparecer ao evento. A Agência Brasil verificou
a presença de cerca de 60 pessoas durante a concentração, pouco antes do
início da marcha, por volta das 17h.Durante o evento, foram distribuídas
cartilhas informativas da Secretaria de Políticas para as mulheres (SPM) e
do Ministério Público, contendo orientações contra a violência e sobre os
direitos das mulheres. De acordo com uma das organizadoras da ação, a
lésbica autônoma Guaia Monteiro, 24 anos, é necessário questionar o escopo e
a aplicação da Lei Maria da Penha para casos de violência entre mulheres
lésbicas.Em 2001, foram registrados 31 casos e, em 2012, 68 - quantidade
considerada baixa. Para Guaia Monteiro, a violência existe, mas não é
registrada como tal.Segundo pesquisa realizada pela organização não
governamental (ONG) Coturno de Vênus - Associação Lésbica Feminista de
Brasília, constatou-se que, no Distrito Federal, 59% das mais de 2 mil
pessoas entrevistadas alegaram não saber que a Lei Maria da Penha também
deve ser aplicada em casos de violência contra lésbicas e mulheres
bissexuais."Acontece a mesma coisa que acontecia antes dessa lei [Maria da
Penha], quando havia violência doméstica entre casais heterossexuais.
Deve-se haver uma forma de registrar esse tipo de violência, de adequar o
tratamento dado pela Justiça e de alertar para o fato de que as lésbicas
também têm o direito de ser atendidas segundo essa lei", disse a
organizadora.A questão foi tratada em debate realizado durante o evento, com
a participação do secretário de Direitos Humanos do DF, Gustavo Bernardes;
da diretora da Coturno de Vênus, Melissa Navarro; e da coordenadora da
Central de Atendimento à Mulher (o Disque 180), Clarissa Carvalho.Também no
evento, ficou disponível um trailer do Programa Quero Fazer, do Ministério
da Saúde, financiado pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/aids
(Unaids), em que serão feitos testes de HIV gratuitamente. O resultado sai
em 15 minutos e é sigiloso. A equipe do Quero Fazer ainda tira dúvidas sobre
doenças sexualmente transmissíveis (DST) e formas de prevenção. Hoje, foram
realizados 80 atendimentos.  Anúncios Google

JB ONLINE - RJ | 
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | DIREITOS SEXUAIS E
REPRODUTIVOS | OUTROS 
Lei Maria da Penha: ação conscientiza para casos de violência contra
lésbicas (PaísGA_googleAddSlot("ca-pub-5394900822474081",
"Patrocínio_Canal"); )
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3940520
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3940520> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
940520
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
940520> >
Veja a matéria no site de origem
<http://www.jb.com.br/pais/noticias/2012/08/26/lei-maria-da-penha-acao-consc
ientiza-para-casos-de-violencia-contra-lesbicas/
<http://www.jb.com.br/pais/noticias/2012/08/26/lei-maria-da-penha-acao-consc
ientiza-para-casos-de-violencia-contra-lesbicas/> >
Chamada de capa
Brasília - Organizações sociais promoveram hoje (26) a 8ª Ação Lésbica do
Distrito Federal para conscientizar as mulheres a respeito da Lei Maria da
Penha. O lema da ação, que ocorre anualmente desde 2005, é "Lesbofobia é
Violência contra as mulheres". Em agosto, comemora-se o mês da visibilidade
lésbica. 
A manifestação ocorreu durante todo o dia, tendo começando por volta das
10h, com uma concentração na Asa Sul. No período da tarde, foi realizado um
debate sobre como anda o tratamento da violência contra lésbicas no âmbito
de instituições públicas, como em delegacias, na Justiça e nos
disque-atendimentos. 
Até de noite, haverá atividades como uma marcha até o Museu Nacional, no
Eixo Monumental, próximo à Catedral de Brasília, e shows de artistas da
cidade - como os DJs Enator, Tashy, HolyBitches e Pati Merenda. 
A organização da manifestação não tem estimativas de quantas pessoas
compareceram ou ainda devem comparecer ao evento. A Agência Brasil verificou
a presença de cerca de 60 pessoas durante a concentração, pouco antes do
início da marcha, por volta das 17h. 
Durante o evento, foram distribuídas cartilhas informativas da Secretaria de
Políticas para as mulheres (SPM) e do Ministério Público, contendo
orientações contra a violência e sobre os direitos das mulheres. De acordo
com uma das organizadoras da ação, a lésbica autônoma Guaia Monteiro, 24
anos, é necessário questionar o escopo e a aplicação da Lei Maria da Penha
para casos de violência entre mulheres lésbicas. 
Em 2001, foram registrados 31 casos e, em 2012, 68 - quantidade considerada
baixa. Para Guaia Monteiro, a violência existe, mas não é registrada como
tal. 
Segundo pesquisa realizada pela organização não governamental (ONG) Coturno
de Vênus - Associação Lésbica Feminista de Brasília, constatou-se que, no
Distrito Federal, 59% das mais de 2 mil pessoas entrevistadas alegaram não
saber que a Lei Maria da Penha também deve ser aplicada em casos de
violência contra lésbicas e mulheres bissexuais. 
"Acontece a mesma coisa que acontecia antes dessa lei [Maria da Penha],
quando havia violência doméstica entre casais heterossexuais. Deve-se haver
uma forma de registrar esse tipo de violência, de adequar o tratamento dado
pela Justiça e de alertar para o fato de que as lésbicas também têm o
direito de ser atendidas segundo essa lei", disse a organizadora. 
A questão foi tratada em debate realizado durante o evento, com a
participação do secretário de Direitos Humanos do DF, Gustavo Bernardes; da
diretora da Coturno de Vênus, Melissa Navarro; e da coordenadora da Central
de Atendimento à Mulher (o Disque 180), Clarissa Carvalho. 
Também no evento, ficou disponível um trailer do Programa Quero Fazer, do
Ministério da Saúde, financiado pelo Programa Conjunto das Nações Unidas
sobre HIV/aids (Unaids), em que serão feitos testes de HIV gratuitamente. O
resultado sai em 15 minutos e é sigiloso. A equipe do Quero Fazer ainda tira
dúvidas sobre doenças sexualmente transmissíveis (DST) e formas de
prevenção. Hoje, foram realizados 80 atendimentos. 

GAZETA DO POVO ONLINE | VIDA E CIDADANIA 
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | DIREITOS SEXUAIS E
REPRODUTIVOS | OUTROS 
Ação propõe que Lei Maria da Penha se aplique a casos de violência contra
lésbicas
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3940170
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3940170> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
940170
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
940170> >
Veja a matéria no site de origem
<http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=129074
5&tit=Acao-propoe-que-Lei-Maria-da-Penha-se-aplique-a-casos-de-violencia-con
tra-lesbicas
<http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=129074
5&tit=Acao-propoe-que-Lei-Maria-da-Penha-se-aplique-a-casos-de-violencia-con
tra-lesbicas> >
Chamada de capa
Organizações sociais promoveram hoje (26) a 8ª Ação Lésbica do Distrito
Federal para conscientizar as mulheres a respeito da Lei Maria da Penha. O
lema da ação, que ocorre anualmente desde 2005, é Lesbofobia é Violência
Contra as mulheres. Em agosto, comemora-se o mês da visibilidade lésbica. 
A manifestação ocorreu durante todo o dia, tendo começando por volta das
10h, com uma concentração na Asa Sul. No período da tarde, foi realizado um
debate sobre como anda o tratamento da violência contra lésbicas no âmbito
de instituições públicas, como em delegacias, na Justiça e nos
disque-atendimentos. 
Até de noite, haverá atividades como uma marcha até o Museu Nacional, no
Eixo Monumental, próximo à Catedral de Brasília, e shows de artistas da
cidade ? como os DJs Enator, Tashy, HolyBitches e Pati Merenda. 
A organização da manifestação não tem estimativas de quantas pessoas
compareceram ou ainda devem comparecer ao evento. A Agência Brasil verificou
a presença de cerca de 60 pessoas durante a concentração, pouco antes do
início da marcha, por volta da 17h. 
Durante o evento, foram distribuídas cartilhas informativas da Secretaria de
Políticas para as mulheres (SPM) e do Ministério Público, contendo
orientações contra a violência e sobre os direitos das mulheres. De acordo
com uma das organizadoras da ação, a lésbica autônoma Guaia Monteiro, 24
anos, é necessário questionar o escopo e a aplicação da Lei Maria da Penha
para casos de violência entre mulheres lésbicas. 
Em 2001, foram registrados 31 casos e, em 2012, 68 ? quantidade considerada
baixa. Para Guaia Monteiro, a violência existe, mas não é registrada como
tal. 
Segundo pesquisa realizada pela organização não governamental (ONG) Coturno
de Vênus ? Associação Lésbica Feminista de Brasília, constatou-se que, no
Distrito Federal, 59% das mais de 2 mil pessoas entrevistadas alegaram não
saber que a Lei Maria da Penha também deve ser aplicada em casos de
violência contra lésbicas e mulheres bissexuais. 
?Acontece a mesma coisa que acontecia antes dessa lei [Maria da Penha],
quando havia violência doméstica entre casais heterossexuais. Deve-se haver
uma forma de registrar esse tipo de violência, de adequar o tratamento dado
pela Justiça e de alertar para o fato de que as lésbicas também têm o
direito de ser atendidas segundo essa lei?, disse a organizadora. 
A questão foi tratada em debate realizado durante o evento, com a
participação do secretário de Direitos Humanos do DF, Gustavo Bernardes; da
diretora da Coturno de Vênus, Melissa Navarro; e da coordenadora da Central
de Atendimento à Mulher (o Disque 180), Clarissa Carvalho. 
Também no evento, ficou disponível um trailer do Programa Quero Fazer, do
Ministério da Saúde, financiado pelo Programa Conjunto das Nações Unidas
sobre HIV/aids (Unaids), em que serão feitos testes de HIV gratuitamente. O
resultado sai em 15 minutos e é sigiloso. A equipe do Quero Fazer ainda tira
dúvidas sobre doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e formas de
prevenção. Hoje, foram realizados 80 atendimentos. 

 

JORNAL DIA A DIA - MS | JUSTIÇA 
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | DIREITOS SEXUAIS E
REPRODUTIVOS | OUTROS 
Ação em Brasília busca conscientizar que Lei Maria da Penha também se aplica
a casos de violência contra lésbicas
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3942910
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3942910> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
942910
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
942910> >
Veja a matéria no site de origem
<http://www.jornaldiadia.com.br/index.php/justica-e-ordem/104604-acao-em-bra
silia-busca-conscientizar-que-lei-maria-da-penha-tambem-se-aplica-a-casos-de
-violencia-contra-lesbicas
<http://www.jornaldiadia.com.br/index.php/justica-e-ordem/104604-acao-em-bra
silia-busca-conscientizar-que-lei-maria-da-penha-tambem-se-aplica-a-casos-de
-violencia-contra-lesbicas> >
Chamada de capa
Brasília - Organizações sociais promoveram hoje (26) a 8ª Ação Lésbica do
Distrito Federal para conscientizar as mulheres a respeito da Lei Maria da
Penha. O lema da ação, que ocorre anualmente desde 2005, é "Lesbofobia é
Violência contra as mulheres". Em agosto, comemora-se o mês da visibilidade
lésbica. 
A manifestação ocorreu durante todo o dia, tendo começando por volta das
10h, com uma concentração na Asa Sul. No período da tarde, foi realizado um
debate sobre como anda o tratamento da violência contra lésbicas no âmbito
de instituições públicas, como em delegacias, na Justiça e nos
disque-atendimentos. 
Até de noite, haverá atividades como uma marcha até o Museu Nacional, no
Eixo Monumental, próximo à Catedral de Brasília, e shows de artistas da
cidade - como os DJs Enator, Tashy, HolyBitches e Pati Merenda. 
A organização da manifestação não tem estimativas de quantas pessoas
compareceram ou ainda devem comparecer ao evento. A Agência Brasil verificou
a presença de cerca de 60 pessoas durante a concentração, pouco antes do
início da marcha, por volta das 17h. 
Durante o evento, foram distribuídas cartilhas informativas da Secretaria de
Políticas para as mulheres (SPM) e do Ministério Público, contendo
orientações contra a violência e sobre os direitos das mulheres. De acordo
com uma das organizadoras da ação, a lésbica autônoma Guaia Monteiro, 24
anos, é necessário questionar o escopo e a aplicação da Lei Maria da Penha
para casos de violência entre mulheres lésbicas. 
Em 2001, foram registrados 31 casos e, em 2012, 68 - quantidade considerada
baixa. Para Guaia Monteiro, a violência existe, mas não é registrada como
tal. 
Segundo pesquisa realizada pela organização não governamental (ONG) Coturno
de Vênus - Associação Lésbica Feminista de Brasília, constatou-se que, no
Distrito Federal, 59% das mais de 2 mil pessoas entrevistadas alegaram não
saber que a Lei Maria da Penha também deve ser aplicada em casos de
violência contra lésbicas e mulheres bissexuais. 
"Acontece a mesma coisa que acontecia antes dessa lei [Maria da Penha],
quando havia violência doméstica entre casais heterossexuais. Deve-se haver
uma forma de registrar esse tipo de violência, de adequar o tratamento dado
pela Justiça e de alertar para o fato de que as lésbicas também têm o
direito de ser atendidas segundo essa lei", disse a organizadora. 
A questão foi tratada em debate realizado durante o evento, com a
participação do secretário de Direitos Humanos do DF, Gustavo Bernardes; da
diretora da Coturno de Vênus, Melissa Navarro; e da coordenadora da Central
de Atendimento à Mulher (o Disque 180), Clarissa Carvalho. 
Também no evento, ficou disponível um trailer do Programa Quero Fazer, do
Ministério da Saúde, financiado pelo Programa Conjunto das Nações Unidas
sobre HIV/aids (Unaids), em que serão feitos testes de HIV gratuitamente. O
resultado sai em 15 minutos e é sigiloso. A equipe do Quero Fazer ainda tira
dúvidas sobre doenças sexualmente transmissíveis (DST) e formas de
prevenção. Hoje, foram realizados 80 atendimentos. 
Edição: Lana Cristina

DIÁRIO DE CANOAS - RS | PAÍS 
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | DIREITOS SEXUAIS E
REPRODUTIVOS | OUTROS 
Lei Maria da Penha pode ser utilizada em casos de violência contra lésbicas
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3942923
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3942923> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
942923
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
942923> >
Veja a matéria no site de origem
<http://www.diariodecanoas.com.br/pais/409502/legislacao-pode-ser-utilizado-
em-casos-de-violencia-contra-lesbicas.html
<http://www.diariodecanoas.com.br/pais/409502/legislacao-pode-ser-utilizado-
em-casos-de-violencia-contra-lesbicas.html> >
Chamada de capa
Organização promoveu manifestação no Distrito Federal neste domingo 
Novo Hamburgo - Organizações sociais promoveram neste domingo a 8ª Ação
Lésbica do Distrito Federal para conscientizar as mulheres a respeito da Lei
Maria da Penha. O lema da ação, que ocorre anualmente desde 2005, é
Lesbofobia é Violência contra as mulheres. Em agosto, comemora-se o mês da
visibilidade lésbica. 
A manifestação ocorreu durante todo o dia, tendo começando por volta das 10
horas, com uma concentração na Asa Sul. No período da tarde, foi realizado
um debate sobre como anda o tratamento da violência contra lésbicas no
âmbito de instituições públicas, como em delegacias, na Justiça e nos
disque-atendimentos. 
Até de noite, haverá atividades como uma marcha até o Museu Nacional, no
Eixo Monumental, próximo à Catedral de Brasília, e shows de artistas da
cidade - como os DJs Enator, Tashy, HolyBitches e Pati Merenda. 
A organização da manifestação não tem estimativas de quantas pessoas
compareceram ou ainda devem comparecer ao evento. A Agência Brasil verificou
a presença de cerca de 60 pessoas durante a concentração, pouco antes do
início da marcha, por volta das 17h. 
Durante o evento, foram distribuídas cartilhas informativas da Secretaria de
Políticas para as mulheres (SPM) e do Ministério Público, contendo
orientações contra a violência e sobre os direitos das mulheres. De acordo
com uma das organizadoras da ação, a lésbica autônoma Guaia Monteiro, 24
anos, é necessário questionar o escopo e a aplicação da Lei Maria da Penha
para casos de violência entre mulheres lésbicas. 
Em 2001, foram registrados 31 casos e, em 2012, 68 - quantidade considerada
baixa. Para Guaia Monteiro, a violência existe, mas não é registrada como
tal. 
Segundo pesquisa realizada pela organização não governamental (ONG) Coturno
de Vênus - Associação Lésbica Feminista de Brasília, constatou-se que, no
Distrito Federal, 59% das mais de 2 mil pessoas entrevistadas alegaram não
saber que a Lei Maria da Penha também deve ser aplicada em casos de
violência contra lésbicas e mulheres bissexuais. 
"Acontece a mesma coisa que acontecia antes dessa lei (Maria da Penha),
quando havia violência doméstica entre casais heterossexuais. Deve-se haver
uma forma de registrar esse tipo de violência, de adequar o tratamento dado
pela Justiça e de alertar para o fato de que as lésbicas também têm o
direito de ser atendidas segundo essa lei", disse a organizadora. 
A questão foi tratada em debate realizado durante o evento, com a
participação do secretário de Direitos Humanos do DF, Gustavo Bernardes; da
diretora da Coturno de Vênus, Melissa Navarro; e da coordenadora da Central
de Atendimento à Mulher (o Disque 180), Clarissa Carvalho. 
Também no evento, ficou disponível um trailer do Programa Quero Fazer, do
Ministério da Saúde, financiado pelo Programa Conjunto das Nações Unidas
sobre HIV/aids (Unaids), em que serão feitos testes de HIV gratuitamente. O
resultado sai em 15 minutos e é sigiloso. A equipe do Quero Fazer ainda tira
dúvidas sobre doenças sexualmente transmissíveis (DST) e formas de
prevenção. Hoje, foram realizados 80 atendimentos.


Isabel Clavelin
Chefe de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
Secretaria de Políticas para as Mulheres
Presidência da República
61 3411 4228 / 9659 7975
isabel.clavelin em spmulheres.gov.br <mailto:isabel.clavelin em spmulheres.gov.br>
<mailto:isabel.clavelin em spmulheres.gov.br
<mailto:isabel.clavelin em spmulheres.gov.br> >
www.spm.gov.br <http://www.spm.gov.br>  <http://www.spm.gov.br
<http://www.spm.gov.br> >
facebook.com/spmulheres
twitter.com/spmulheres


 <<...OLE_Obj...>> 

-------------- Próxima Parte ----------
Um anexo em HTML foi limpo...
URL: http://www1.planalto.gov.br/pipermail/pactonacional/attachments/20120827/111306c7/attachment-0001.html


Mais detalhes sobre a lista de discussão Pactonacional