[Pactonacional] ENC: +++ SPM mídia: caso Eliza Samudio
Susan Sousa Alves
susan.alves em spmulheres.gov.br
Segunda Novembro 26 11:45:44 BRST 2012
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De: Isabel Clavelin
Enviada em: segunda-feira, 26 de novembro de 2012 09:23
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: +++ SPM mídia: caso Eliza Samudio
Colegas,
seguem matérias sobre o acompanhamento da SPM do caso Eliza Samudio.
TRIBUNA DA BAHIA - BA | DIA E NOITE
LEI MARIA DA PENHA
SUS interna 5,4 mil mulheres alvo de violência
Formato A4: PDF
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ia=4642897
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ia=4642897> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
642897
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Chamada de capa
A violência contra mulheres no Brasil provocou o internamento de 5.496
mulheres internadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), no ano passado, em
decorrência de agressões.
A violência contra mulheres no Brasil provocou o internamento de 5.496
mulheres internadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), no ano passado, em
decorrência de agressões. Além das vítimas internadas, 37,8 mil mulheres,
entre 20 e 59 anos, precisaram de atendimento no SUS por terem sido vítimas
de algum tipo de violência.
O número é quase 2,5 vezes maior do que o de homens na mesma faixa etária
que foram atendidos por esse motivo, conforme dados do Sistema de
Informações de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde. A
violência contra a mulher, além da brutalidade, causou aos cofres públicos,
em 2011, um gasto de R$ 5,3 milhões somente com internações. O dado foi
calculado pelo Ministério da Saúde a pedido da Agência Brasil.
A socióloga Wânia Pasinato, pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência
da Universidade de São Paulo (USP), destaca que além dos custos financeiros,
há "enormes prejuízos sociais" gerados pela violência contra a mulher.
Ela citou estudos que indicam, por exemplo, que homens que presenciaram
cenas de violência doméstica durante a infância tendem a reproduzir, com
mais frequência características de dominação e agressividade em suas
relações afetuosas.
A diretora executiva do Instituto Patrícia Galvão, que atua em projetos de
defesa dos direitos da mulher, Jacira Vieira de Melo, destacou que os
números confirmam que, apesar de a Lei Maria da Penha, criada há seis anos,
ser uma referência nacional e conhecida pela maioria da população, a
violência contra a mulher ainda é um grave problema social.
AMPLIAÇÃO - Seis anos depois da implementação da Lei Maria da Penha, o
principal desafio nas políticas de combate à violência doméstica é a
ampliação da rede de atendimento às vítimas, que inclui delegacias
especializadas, centros de referência, casas-abrigo, entre outros.
A avaliação é da ministra-chefe da Secretaria de Políticas para as mulheres
da Presidência da República (SPM), Eleonora Menicucci. Segundo ela, o Dia
Internacional da Não Violência contra a Mulher, comemorado ontem, é uma data
para se reafirmar o enfrentamento do que chamou de "lamentável tragédia
brasileira e mundial".
Isabel Clavelin
Chefe de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
Secretaria de Políticas para as Mulheres
Presidência da República
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