[Pactonacional] ENC: ++ SPM mídia: entrevista secretária Aparecida - institucionalização de serviços
Susan Sousa Alves
susan.alves em spmulheres.gov.br
Segunda Setembro 17 17:04:57 BRT 2012
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De: Isabel Clavelin
Enviada em: segunda-feira, 17 de setembro de 2012 08:28
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: ++ SPM mídia: entrevista secretária Aparecida - institucionalização
de serviços
Colegas,
seguem matérias baseadas em entrevista da secretária Aparecida Gonçalves
sobre a institucionalização de serviços para o enfrentamento à violência
contra as mulheres. Foram publicadas na Agência Brasil e Correio Braziliense
On Line.
CORREIO BRAZILIENSE ONLINE | BRASIL / ECONOMIA / POLÍTICA
LEI MARIA DA PENHA | LIGUE 180
Programas de combate à violência contra a mulher serão institucionalizados
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=4100859
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=4100859> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
100859
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
100859> >
Veja a matéria no site de origem
<http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/3
3,65,33,12/2012/09/16/interna_brasil,322809/programas-de-combate-a-violencia
-contra-a-mulher-serao-institucionalizados.shtml
<http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/3
3,65,33,12/2012/09/16/interna_brasil,322809/programas-de-combate-a-violencia
-contra-a-mulher-serao-institucionalizados.shtml> >
Chamada de capa
A secretária executiva da secretaria de Enfrentamento à Violência contra as
mulheres, Aparecida Gonçalves, afirmou que o maior desafio do país é tornar
os serviços de proteção a mulher institucionalizados por legislações
estaduais e municipais. Segundo ela, esse serviços não podem ser programas
de um governo ou outro, mas sim de uma política nacional.
Outro ponto citado pela secretária é a destinação de recursos para esses
políticas. "A Secretaria de Enfrentamento à Violência contra as mulheres, da
Secretaria de Política para mulheres (SPM), tem para este ano R$ 37 milhões
em recursos que são distribuídos aos estados mediante convênios". Ela afirma
que os estados e municípios devem destinar recursos próprios para os
serviços de combate à violência. "Eles [estados e municípios] não podem
sobreviver única e exclusivamente dos recursos federais".
A rede de enfrentamento à violência contra a mulher no Brasil conta com
aparatos que variam desde o recebimento de denuncias [ligue 180] ao abrigo
de mulheres que correm risco de morte [casas abrigo]. No entanto, o número
de espaço destinados à proteção e ao acolhimento das vitimas atinge menos de
10% dos municípios brasileiros. Ao todo são 380 Delegacias Especializadas em
Atendimento à Mulher (Deam).
A assistente técnica do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea),
Leila Rebouças, diz que muitas Deam funcionam de forma precária e sem
equipamentos adequados ao atendimento humanizado. "Muitos profissionais não
tem qualificação adequada para atender essas mulheres. Os núcleos que
funcionam em delegacias normais, são os mais despreparados".
Leila diz que o momento em que a mulher procura ajuda é delicado e que essa
mulher tem que se sentir confortável e bem acolhida. "Já ouvimos relatos que
em que as mulheres foram mal atendidas e desvalorizadas nas seções de
atendimento à mulher nas delegacias comuns. Esse tipo de situação é
inibidora e não pode acontecer. Os profissionais devem ter preparação para
esse serviço", diz Leila.
A secretária Aparecida Gonçalves, entretanto, afirma que as prioridades do
governo na destinação de recursos este ano foi para ampliação dos serviços
especializados de proteção e atendimento às mulheres, como a implementação
de novas casas abrigo e centros de referencia, o que não exclui a preparação
de novos servidores. " Até 2015, a meta do governo é aumentar para 30% o
número de municípios com acolhimento a mulheres violentadas", diz.
A necessidade de formação de novos profissionais ainda é uma das principais
barreiras na ampliação dos serviços de atendimento à mulher. A coordenadora
da Casa Abrigo do Distrito Federal, Karla Valente, alega que os recursos
destinados a preparação e manutenção dos funcionários é insuficiente.
"Atualmente temos 44 servidores, desses 17 são plantonistas. Se mantivermos
outra casa, não teríamos servidores para trabalhar lá", diz.
AGÊNCIA BRASIL |
LEI MARIA DA PENHA | LIGUE 180
Programas de combate à violência contra a mulher devem ser
institucionalizados em estados e municípios (Cidadania Nacional)
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=4100805
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=4100805> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
100805
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
100805> >
Veja a matéria no site de origem
<http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-09-16/programas-de-combate-vio
lencia-contra-mulher-devem-ser-institucionalizados-em-estados-e-municipios%5
C
<http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-09-16/programas-de-combate-vio
lencia-contra-mulher-devem-ser-institucionalizados-em-estados-e-municipios%5
C> >
Chamada de capa
Da Agência Brasil
Brasília - A secretária executiva da secretaria de Enfrentamento à Violência
contra as mulheres, Aparecida Gonçalves, afirmou que o maior desafio do país
é tornar os serviços de proteção a mulher institucionalizados por
legislações estaduais e municipais. Segundo ela, esse serviços não podem ser
programas de um governo ou outro, mas sim de uma política nacional.
Outro ponto citado pela secretária é a destinação de recursos para esses
políticas. "A Secretaria de Enfrentamento à Violência contra as mulheres, da
Secretaria de Política para mulheres (SPM), tem para este ano R$ 37 milhões
em recursos que são distribuídos aos estados mediante convênios". Ela afirma
que os estados e municípios devem destinar recursos próprios para os
serviços de combate à violência. "Eles [estados e municípios] não podem
sobreviver única e exclusivamente dos recursos federais".
A rede de enfrentamento à violência contra a mulher no Brasil conta com
aparatos que variam desde o recebimento de denuncias [ligue 180] ao abrigo
de mulheres que correm risco de morte [casas abrigo]. No entanto, o número
de espaço destinados à proteção e ao acolhimento das vitimas atinge menos de
10% dos municípios brasileiros. Ao todo são 380 Delegacias Especializadas em
Atendimento à Mulher (Deam).
A assistente técnica do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea),
Leila Rebouças, diz que muitas Deam funcionam de forma precária e sem
equipamentos adequados ao atendimento humanizado. "Muitos profissionais não
tem qualificação adequada para atender essas mulheres. Os núcleos que
funcionam em delegacias normais, são os mais despreparados".
Leila diz que o momento em que a mulher procura ajuda é delicado e que essa
mulher tem que se sentir confortável e bem acolhida. "Já ouvimos relatos que
em que as mulheres foram mal atendidas e desvalorizadas nas seções de
atendimento à mulher nas delegacias comuns. Esse tipo de situação é
inibidora e não pode acontecer. Os profissionais devem ter preparação para
esse serviço", diz Leila.
A secretária Aparecida Gonçalves, entretanto, afirma que as prioridades do
governo na destinação de recursos este ano foi para ampliação dos serviços
especializados de proteção e atendimento às mulheres, como a implementação
de novas casas abrigo e centros de referencia, o que não exclui a preparação
de novos servidores. " Até 2015, a meta do governo é aumentar para 30% o
número de municípios com acolhimento a mulheres violentadas", diz.
A necessidade de formação de novos profissionais ainda é uma das principais
barreiras na ampliação dos serviços de atendimento à mulher. A coordenadora
da Casa Abrigo do Distrito Federal, Karla Valente, alega que os recursos
destinados a preparação e manutenção dos funcionários é insuficiente.
"Atualmente temos 44 servidores, desses 17 são plantonistas. Se mantivermos
outra casa, não teríamos servidores para trabalhar lá", diz.
Isabel Clavelin
Chefe de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
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