[Pactonacional] ENC: + SPM mídia: Ligue 180 dados no DF

Susan Sousa Alves susan.alves em spmulheres.gov.br
Segunda Setembro 17 17:05:10 BRT 2012



_____________________________________________
De: Isabel Clavelin 
Enviada em: segunda-feira, 17 de setembro de 2012 08:24
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: + SPM mídia: Ligue 180 dados no DF



Colegas, 

seguem matérias com a citação aos dados do Ligue 180 no DF, publicadas no
final de semana. A ver em: Uol, Terra, MSN, Ribeirão Preto, JB On line,
Estado de Minas, Ribeirão Preto On line e Correio Braziliense On line.

TERRA | NOTÍCIAS
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA 
Distrito Federal é líder em denúncias de violência contra a mulher
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=4101345
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=4101345> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
101345
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
101345> >
Veja a matéria no site de origem
<http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI6158883-EI306,00-Distrito
+Federal+e+lider+em+denuncias+de+violencia+contra+a+mulher.html
<http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI6158883-EI306,00-Distrito
+Federal+e+lider+em+denuncias+de+violencia+contra+a+mulher.html> >
Chamada de capa
Em seis anos desde a criação Disque 180, serviço telefônico criado pela
Secretaria de Políticas para as mulheres para que a violência de gênero
fosse denunciada, foram registrados 329,5 mil relatos de violência contra a
mulher. O Distrito Federal lidera o ranking de denúncias do país, com 625
para cada 100 mil mulheres. 
Leila Rebouças, assistente técnica do Centro Feminista de Estudos e
Assessoria (Cfemea), acredita que a posição do DF não significa a liderança
nos casos de violência. Para ela, os números mostram que as vítimas têm mais
consciência de que podem denunciar seus agressores: "como a população do DF
está mais próxima dos centros políticos e polícias, as mulheres se sentem
mais seguras em procurar ajuda. Outro fator determinante é o maior acesso à
informação que as mulheres têm aqui na capital". 
Além de denunciar os agressores no Disque 180, as mulheres recorrem ao
governo para receber a assistência necessária em instituições como os
centros de referência da mulher. Eles são procurados por quem sofre
violência física, sexual ou psicológica, entre outros tipos. As vítimas
buscam o auxílio espontaneamente ou por telefone, na opção 6 do portal 156,
que identifica quais estão realmente vivenciando uma situação de violência. 
A primeira ação do centro de referência é gerar acolhimento: ao chegarem, as
mulheres são cadastradas e recebem auxílio de uma psicóloga e uma assistente
social (caso seja necessário, uma advogada também é acionada). Após a
identificação do problema, elas são encaminhadas à Delegacia Especial de
Atendimento à Mulher (Deam), que as leva até uma casa abrigo, caso seja
provado que ela corre risco de morte por causa de seu agressor. Ali, as
mulheres e seus filhos recebem apoio médico, alimentar, educacional e outros
requisitos para seu bem-estar físico e psicológico. 
A psicóloga Karla Valente, que coordena a Casa Abrigo do Distrito Federal e
também atende no Centro de Referência da Mulher, afirma que as pacientes
geralmente são vítimas de violência psicológica. "Nem sempre elas chegam com
um olho roxo, com uma facada, alguma coisa nesse sentido, mas normalmente
chegam com a autoestima muito baixa, porque já sofrem com a violência
psicológica há anos". Segundo Valente, a instituição busca resgatar a
autoestima das mulheres atendidas. 
Cada mulher passa cerca de três meses na casa, no máximo - exceto em casos
especiais, em que a saída dela comprometa o resultado de algum tratamento
médico. Durante esse tempo, os funcionários do local trabalham "para que
elas saiam da situação de violência", segundo a psicóloga. As pacientes
participam de cursos de capacitação profissional para voltar ao mercado de
trabalho quando deixarem a casa abrigo. 
Ao deixar a instituição, as mulheres são acompanhadas por um Núcleo de
Atendimento à Família e aos Autores de violência doméstica (Nafavd) durante
cerca de seis meses. Ao todo são dez Nafavads, que funcionam no Ministério
Público ou nos fóruns do Distrito Federal e prestam apoio judicial tanto às
vítimas de violência quanto aos agressores. 


MSN NOTÍCIAS | NOTÍCIAS 
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA 
Distrito Federal é líder em denúncias de violência contra a mulher | Agência
Brasil
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=4103761
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=4103761> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
103761
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
103761> >
Veja a matéria no site de origem
<http://noticias.br.msn.com/distrito-federal-%C3%A9-l%C3%ADder-em-den%C3%BAn
cias-de-viol%C3%AAncia-contra-a-mulher-ag%C3%AAncia-brasil
<http://noticias.br.msn.com/distrito-federal-%C3%A9-l%C3%ADder-em-den%C3%BAn
cias-de-viol%C3%AAncia-contra-a-mulher-ag%C3%AAncia-brasil> >
Chamada de capa
Da Agência Brasil Brasília - Em seis anos desde a criação Disque 180,
serviço telefônico criado pela Secretaria de Políticas para as mulheres para
que a violência de gênero fosse denunciada, foram registrados 329,5 mil
relatos de violência contra a mu... 
Da Agência Brasil 
Brasília - Em seis anos desde a criação Disque 180, serviço telefônico
criado pela Secretaria de Políticas para as mulheres para que a violência de
gênero fosse denunciada, foram registrados 329,5 mil relatos de violência
contra a mulher. O Distrito Federal lidera o ranking de denúncias do país,
com 625 denúncias para cada 100 mil mulheres. 
Leila Rebouças, assistente técnica do Centro Feminista de Estudos e
Assessoria (Cfemea), acredita que a posição do DF não significa a liderança
nos casos de violência. Para ela, os números mostram que as vítimas têm mais
consciência de que podem denunciar seus agressores: "Como a população do DF
está mais próxima dos centros políticos e polícias, as mulheres se sentem
mais seguras em procurar ajuda. Outro fator determinante é o maior acesso à
informação que as mulheres têm aqui na capital". 
Além de denunciar os agressores no Disque 180, as mulheres agredidas
recorrem ao governo para receber a assistência necessária em instituições
como os centros de referência da mulher. Eles são procurados por mulheres
que sofrem violência física, sexual ou psicológica, entre outros tipos. As
vítimas buscam o auxílio espontaneamente ou por telefone, na opção 6 do
portal 156, que identifica quais estão realmente vivenciando uma situação de
violência. 
A primeira ação do centro de referência é gerar acolhimento: ao chegarem, as
mulheres são cadastradas e recebem auxílio de uma psicóloga e uma assistente
social (caso seja necessário, uma advogada também é acionada). 
Após a identificação do problema, elas são encaminhadas à Delegacia Especial
de Atendimento à Mulher (Deam), que as leva até uma casa abrigo, caso seja
provado que ela corre risco de morte por causa de seu agressor. Ali, as
mulheres e seus filhos recebem apoio médico, alimentar, educacional e outros
requisitos para seu bem-estar físico e psicológico 
A psicóloga Karla Valente, que coordena a Casa Abrigo do Distrito Federal e
também atende no Centro de Referência da Mulher, afirma que as pacientes
geralmente são vítimas de violência psicológica. "Nem sempre elas chegam com
um olho roxo, com uma facada, alguma coisa nesse sentido, mas normalmente
chegam com a autoestima muito baixa, porque já sofrem com a violência
psicológica há anos". Segundo Valente, a instituição busca resgatar a
autoestima das mulheres atendidas. 
Cada mulher passa cerca de três meses na casa, no máximo - exceto em casos
especiais, em que a saída dela comprometa o resultado de algum tratamento
médico. Durante esse tempo, os funcionários do local trabalham "para que
elas saiam da situação de violência", segundo a psicóloga. As pacientes
participam de cursos de capacitação profissional para voltar ao mercado de
trabalho quando deixarem a casa abrigo. 
Ao deixar a instituição, as mulheres são acompanhadas por um Núcleo de
Atendimento à Família e aos Autores de violência doméstica (Nafavd) durante
cerca de seis meses. Ao todo são dez Nafavads, que funcionam no Ministério
Público ou nos fóruns do Distrito Federal e prestam apoio judicial tanto às
vítimas de violência quanto aos agressores. 
Edição: Fábio Massalli 
Agência Brasil - Todos os direitos reservados.

RIBEIRÃO PRETO ON LINE | GERAL 
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA 
Distrito Federal é líder em denúncias de violência contra a mulher
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=4103756
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=4103756> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
103756
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
103756> >
Veja a matéria no site de origem
<http://www.ribeiraopretoonline.com.br/geral/distrito-federal-e-lider-em-den
uncias-de-violencia-contra-a-mulher-/54459
<http://www.ribeiraopretoonline.com.br/geral/distrito-federal-e-lider-em-den
uncias-de-violencia-contra-a-mulher-/54459> >
Chamada de capa
Fonte: Agência Brasil 
Em seis anos desde a criação Disque 180, serviço telefônico criado pela
Secretaria de Políticas para as mulheres para que a violência de gênero
fosse denunciada, foram registrados 329,5 mil relatos de violência contra a
mulher. O Distrito Federal lidera o ranking de denúncias do país, com 625
denúncias para cada 100 mil mulheres. 
Leila Rebouças, assistente técnica do Centro Feminista de Estudos e
Assessoria (Cfemea), acredita que a posição do DF não significa a liderança
nos casos de violência. Para ela, os números mostram que as vítimas têm mais
consciência de que podem denunciar seus agressores: "Como a população do DF
está mais próxima dos centros políticos e polícias, as mulheres se sentem
mais seguras em procurar ajuda. Outro fator determinante é o maior acesso à
informação que as mulheres têm aqui na capital". 
Além de denunciar os agressores no Disque 180, as mulheres agredidas
recorrem ao governo para receber a assistência necessária em instituições
como os centros de referência da mulher. Eles são procurados por mulheres
que sofrem violência física, sexual ou psicológica, entre outros tipos. As
vítimas buscam o auxílio espontaneamente ou por telefone, na opção 6 do
portal 156, que identifica quais estão realmente vivenciando uma situação de
violência. 
A primeira ação do centro de referência é gerar acolhimento: ao chegarem, as
mulheres são cadastradas e recebem auxílio de uma psicóloga e uma assistente
social (caso seja necessário, uma advogada também é acionada). 
Após a identificação do problema, elas são encaminhadas à Delegacia Especial
de Atendimento à Mulher (Deam), que as leva até uma casa abrigo, caso seja
provado que ela corre risco de morte por causa de seu agressor. Ali, as
mulheres e seus filhos recebem apoio médico, alimentar, educacional e outros
requisitos para seu bem-estar físico e psicológico 
A psicóloga Karla Valente, que coordena a Casa Abrigo do Distrito Federal e
também atende no Centro de Referência da Mulher, afirma que as pacientes
geralmente são vítimas de violência psicológica. "Nem sempre elas chegam com
um olho roxo, com uma facada, alguma coisa nesse sentido, mas normalmente
chegam com a autoestima muito baixa, porque já sofrem com a violência
psicológica há anos". Segundo Valente, a instituição busca resgatar a
autoestima das mulheres atendidas. 
Cada mulher passa cerca de três meses na casa, no máximo - exceto em casos
especiais, em que a saída dela comprometa o resultado de algum tratamento
médico. Durante esse tempo, os funcionários do local trabalham "para que
elas saiam da situação de violência", segundo a psicóloga. As pacientes
participam de cursos de capacitação profissional para voltar ao mercado de
trabalho quando deixarem a casa abrigo. 
Ao deixar a instituição, as mulheres são acompanhadas por um Núcleo de
Atendimento à Família e aos Autores de violência doméstica (Nafavd) durante
cerca de seis meses. Ao todo são dez Nafavads, que funcionam no Ministério
Público ou nos fóruns do Distrito Federal e prestam apoio judicial tanto às
vítimas de violência quanto aos agressores.
ESTADO DE MINAS ONLINE | 
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA 
Distrito Federal é líder em denúncias de violência contra a mulher (Mundo)
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=4101088
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=4101088> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
101088
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
101088> >
Veja a matéria no site de origem
<http://www.em.com.br/app/noticia/nacional/2012/09/16/interna_nacional,31782
5/distrito-federal-e-lider-em-denuncias-de-violencia-contra-a-mulher.shtml
<http://www.em.com.br/app/noticia/nacional/2012/09/16/interna_nacional,31782
5/distrito-federal-e-lider-em-denuncias-de-violencia-contra-a-mulher.shtml>
>
Chamada de capa
Em seis anos desde a criação Disque 180, serviço telefônico criado pela
Secretaria de Políticas para as mulheres para que a violência de gênero
fosse denunciada, foram registrados 329,5 mil relatos de violência contra a
mulher. O Distrito Federal lidera o ranking de denúncias do país, com 625
denúncias para cada 100 mil mulheres.Leila Rebouças, assistente técnica do
Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea), acredita que a posição do
DF não significa a liderança nos casos de violência. Para ela, os números
mostram que as vítimas têm mais consciência de que podem denunciar seus
agressores: "Como a população do DF está mais próxima dos centros políticos
e polícias, as mulheres se sentem mais seguras em procurar ajuda. Outro
fator determinante é o maior acesso à informação que as mulheres têm aqui na
capital".Além de denunciar os agressores no Disque 180, as mulheres
agredidas recorrem ao governo para receber a assistência necessária em
instituições como os centros de referência da mulher. Eles são procurados
por mulheres que sofrem violência física, sexual ou psicológica, entre
outros tipos. As vítimas buscam o auxílio espontaneamente ou por telefone,
na opção 6 do portal 156, que identifica quais estão realmente vivenciando
uma situação de violência.A primeira ação do centro de referência é gerar
acolhimento: ao chegarem, as mulheres são cadastradas e recebem auxílio de
uma psicóloga e uma assistente social (caso seja necessário, uma advogada
também é acionada).Após a identificação do problema, elas são encaminhadas à
Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam), que as leva até uma casa
abrigo, caso seja provado que ela corre risco de morte por causa de seu
agressor. Ali, as mulheres e seus filhos recebem apoio médico, alimentar,
educacional e outros requisitos para seu bem-estar físico e psicológicoA
psicóloga Karla Valente, que coordena a Casa Abrigo do Distrito Federal e
também atende no Centro de Referência da Mulher, afirma que as pacientes
geralmente são vítimas de violência psicológica. "Nem sempre elas chegam com
um olho roxo, com uma facada, alguma coisa nesse sentido, mas normalmente
chegam com a autoestima muito baixa, porque já sofrem com a violência
psicológica há anos". Segundo Valente, a instituição busca resgatar a
autoestima das mulheres atendidas.Cada mulher passa cerca de três meses na
casa, no máximo - exceto em casos especiais, em que a saída dela comprometa
o resultado de algum tratamento médico. Durante esse tempo, os funcionários
do local trabalham "para que elas saiam da situação de violência", segundo a
psicóloga. As pacientes participam de cursos de capacitação profissional
para voltar ao mercado de trabalho quando deixarem a casa abrigo.Ao deixar a
instituição, as mulheres são acompanhadas por um Núcleo de Atendimento à
Família e aos Autores de violência doméstica (Nafavd) durante cerca de seis
meses. Ao todo são dez Nafavads, que funcionam no Ministério Público ou nos
fóruns do Distrito Federal e prestam apoio judicial tanto às vítimas de
violência quanto aos agressores. Anúncios Google

JB ONLINE - RJ | PAÍS
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA 
Distrito Federal é líder em denúncias de violência contra a mulher
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=4101057
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=4101057> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
101057
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
101057> >
Veja a matéria no site de origem
<http://www.jb.com.br/pais/noticias/2012/09/16/distrito-federal-e-lider-em-d
enuncias-de-violencia-contra-a-mulher/
<http://www.jb.com.br/pais/noticias/2012/09/16/distrito-federal-e-lider-em-d
enuncias-de-violencia-contra-a-mulher/> >
Chamada de capa
Em seis anos desde a criação Disque 180, serviço telefônico criado pela
Secretaria de Políticas para as mulheres para que a violência de gênero
fosse denunciada, foram registrados 329,5 mil relatos de violência contra a
mulher. O Distrito Federal lidera o 
de denúncias do país, com 625 denúncias para cada 100 mil mulheres. 
Leila Rebouças, assistente técnica do Centro Feminista de Estudos e
Assessoria (Cfemea), acredita que a posição do DF não significa a liderança
nos casos de violência. Para ela, os números mostram que as vítimas têm mais
consciência de que podem denunciar seus agressores: "Como a população do DF
está mais próxima dos centros políticos e polícias, as mulheres se sentem
mais seguras em procurar ajuda. Outro fator determinante é o maior acesso à
informação que as mulheres têm aqui na capital". 
Além de denunciar os agressores no Disque 180, as mulheres agredidas
recorrem ao governo para receber a assistência necessária em instituições
como os centros de referência da mulher. Eles são procurados por mulheres
que sofrem violência física, sexual ou psicológica, entre outros tipos. As
vítimas buscam o auxílio espontaneamente ou por telefone, na opção 6 do
portal 156, que identifica quais estão realmente vivenciando uma situação de
violência. 
A primeira ação do centro de referência é gerar acolhimento: ao chegarem, as
mulheres são cadastradas e recebem auxílio de uma psicóloga e uma assistente
social (caso seja necessário, uma advogada também é acionada). 
Após a identificação do problema, elas são encaminhadas à Delegacia Especial
de Atendimento à Mulher (Deam), que as leva até uma casa abrigo, caso seja
provado que ela corre risco de morte por causa de seu agressor. Ali, as
mulheres e seus filhos recebem apoio médico, alimentar, educacional e outros
requisitos para seu bem-estar físico e psicológico 
A psicóloga Karla Valente, que coordena a Casa Abrigo do Distrito Federal e
também atende no Centro de Referência da Mulher, afirma que as pacientes
geralmente são vítimas de violência psicológica. "Nem sempre elas chegam com
um olho roxo, com uma facada, alguma coisa nesse sentido, mas normalmente
chegam com a autoestima muito baixa, porque já sofrem com a violência
psicológica há anos". Segundo Valente, a instituição busca resgatar a
autoestima das mulheres atendidas. 
Cada mulher passa cerca de três meses na casa, no máximo - exceto em casos
especiais, em que a saída dela comprometa o resultado de algum tratamento
médico. Durante esse tempo, os funcionários do local trabalham "para que
elas saiam da situação de violência", segundo a psicóloga. As pacientes
participam de cursos de capacitação profissional para voltar ao mercado de
trabalho quando deixarem a casa abrigo. 
Ao deixar a instituição, as mulheres são acompanhadas por um Núcleo de
Atendimento à Família e aos Autores de violência doméstica (Nafavd) durante
cerca de seis meses. Ao todo são dez Nafavads, que funcionam no Ministério
Público ou nos fóruns do Distrito Federal e prestam apoio judicial tanto às
vítimas de violência quanto aos agressores. 

UOL | UOL NOTÍCIAS 
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA 
Distrito Federal é líder em denúncias de violência contra a mulher
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=4100963
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=4100963> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
100963
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
100963> >
Veja a matéria no site de origem
<http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2012/09/16/distrito-f
ederal-e-lider-em-denuncias-de-violencia-contra-a-mulher.htm
<http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2012/09/16/distrito-f
ederal-e-lider-em-denuncias-de-violencia-contra-a-mulher.htm> >
Chamada de capa
Em seis anos desde a criação Disque 180, serviço telefônico criado pela
Secretaria de Políticas para as mulheres para que a violência de gênero
fosse denunciada, foram registrados 329,5 mil relatos de violência contra a
mulher. O Distrito Federal lidera o ranking de denúncias do país, com 625
denúncias para cada 100 mil mulheres. 
Leila Rebouças, assistente técnica do Centro Feminista de Estudos e
Assessoria (Cfemea), acredita que a posição do DF não significa a liderança
nos casos de violência. Para ela, os números mostram que as vítimas têm mais
consciência de que podem denunciar seus agressores: "Como a população do DF
está mais próxima dos centros políticos e polícias, as mulheres se sentem
mais seguras em procurar ajuda. Outro fator determinante é o maior acesso à
informação que as mulheres têm aqui na capital". 
Além de denunciar os agressores no Disque 180, as mulheres agredidas
recorrem ao governo para receber a assistência necessária em instituições
como os centros de referência da mulher. Eles são procurados por mulheres
que sofrem violência física, sexual ou psicológica, entre outros tipos. As
vítimas buscam o auxílio espontaneamente ou por telefone, na opção 6 do
portal 156, que identifica quais estão realmente vivenciando uma situação de
violência. 
A primeira ação do centro de referência é gerar acolhimento: ao chegarem, as
mulheres são cadastradas e recebem auxílio de uma psicóloga e uma assistente
social (caso seja necessário, uma advogada também é acionada). 
Após a identificação do problema, elas são encaminhadas à Delegacia Especial
de Atendimento à Mulher (Deam), que as leva até uma casa abrigo, caso seja
provado que ela corre risco de morte por causa de seu agressor. Ali, as
mulheres e seus filhos recebem apoio médico, alimentar, educacional e outros
requisitos para seu bem-estar físico e psicológico 
A psicóloga Karla Valente, que coordena a Casa Abrigo do Distrito Federal e
também atende no Centro de Referência da Mulher, afirma que as pacientes
geralmente são vítimas de violência psicológica. "Nem sempre elas chegam com
um olho roxo, com uma facada, alguma coisa nesse sentido, mas normalmente
chegam com a autoestima muito baixa, porque já sofrem com a violência
psicológica há anos". Segundo Valente, a instituição busca resgatar a
autoestima das mulheres atendidas. 
Cada mulher passa cerca de três meses na casa, no máximo - exceto em casos
especiais, em que a saída dela comprometa o resultado de algum tratamento
médico. Durante esse tempo, os funcionários do local trabalham "para que
elas saiam da situação de violência", segundo a psicóloga. As pacientes
participam de cursos de capacitação profissional para voltar ao mercado de
trabalho quando deixarem a casa abrigo. 
Ao deixar a instituição, as mulheres são acompanhadas por um Núcleo de
Atendimento à Família e aos Autores de violência doméstica (Nafavd) durante
cerca de seis meses. Ao todo são dez Nafavads, que funcionam no Ministério
Público ou nos fóruns do Distrito Federal e prestam apoio judicial tanto às
vítimas de violência quanto aos agressores. 
CORREIO BRAZILIENSE ONLINE | CIDADES DF 
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA 
Distrito Federal é líder em denúncias de violência contra a mulher
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=4100945
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=4100945> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
100945
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
100945> >
Veja a matéria no site de origem
<http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/09/16/interna
_cidadesdf,322812/distrito-federal-e-lider-em-denuncias-de-violencia-contra-
a-mulher.shtml
<http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/09/16/interna
_cidadesdf,322812/distrito-federal-e-lider-em-denuncias-de-violencia-contra-
a-mulher.shtml> >
Chamada de capa
Em seis anos desde a criação Disque 180, serviço telefônico criado pela
Secretaria de Políticas para as mulheres para que a violência de gênero
fosse denunciada, foram registrados 329,5 mil relatos de violência contra a
mulher. O Distrito Federal lidera o ranking de denúncias do país, com 625
denúncias para cada 100 mil mulheres. 
Leila Rebouças, assistente técnica do Centro Feminista de Estudos e
Assessoria (Cfemea), acredita que a posição do DF não significa a liderança
nos casos de violência. Para ela, os números mostram que as vítimas têm mais
consciência de que podem denunciar seus agressores: "Como a população do DF
está mais próxima dos centros políticos e polícias, as mulheres se sentem
mais seguras em procurar ajuda. Outro fator determinante é o maior acesso à
informação que as mulheres têm aqui na capital". 
Além de denunciar os agressores no Disque 180, as mulheres agredidas
recorrem ao governo para receber a assistência necessária em instituições
como os centros de referência da mulher. Eles são procurados por mulheres
que sofrem violência física, sexual ou psicológica, entre outros tipos. As
vítimas buscam o auxílio espontaneamente ou por telefone, na opção 6 do
portal 156, que identifica quais estão realmente vivenciando uma situação de
violência. 
A primeira ação do centro de referência é gerar acolhimento: ao chegarem, as
mulheres são cadastradas e recebem auxílio de uma psicóloga e uma assistente
social (caso seja necessário, uma advogada também é acionada). 
Após a identificação do problema, elas são encaminhadas à Delegacia Especial
de Atendimento à Mulher (Deam), que as leva até uma casa abrigo, caso seja
provado que ela corre risco de morte por causa de seu agressor. Ali, as
mulheres e seus filhos recebem apoio médico, alimentar, educacional e outros
requisitos para seu bem-estar físico e psicológico 
A psicóloga Karla Valente, que coordena a Casa Abrigo do Distrito Federal e
também atende no Centro de Referência da Mulher, afirma que as pacientes
geralmente são vítimas de violência psicológica. "Nem sempre elas chegam com
um olho roxo, com uma facada, alguma coisa nesse sentido, mas normalmente
chegam com a autoestima muito baixa, porque já sofrem com a violência
psicológica há anos". Segundo Valente, a instituição busca resgatar a
autoestima das mulheres atendidas. 
Cada mulher passa cerca de três meses na casa, no máximo - exceto em casos
especiais, em que a saída dela comprometa o resultado de algum tratamento
médico. Durante esse tempo, os funcionários do local trabalham "para que
elas saiam da situação de violência", segundo a psicóloga. As pacientes
participam de cursos de capacitação profissional para voltar ao mercado de
trabalho quando deixarem a casa abrigo. 
Ao deixar a instituição, as mulheres são acompanhadas por um Núcleo de
Atendimento à Família e aos Autores de violência doméstica (Nafavd) durante
cerca de seis meses. Ao todo são dez Nafavads, que funcionam no Ministério
Público ou nos fóruns do Distrito Federal e prestam apoio judicial tanto às
vítimas de violência quanto aos agressores. 


Isabel Clavelin
Chefe de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
Secretaria de Políticas para as Mulheres
Presidência da República
61 3411 4228 / 9659 7975
isabel.clavelin em spmulheres.gov.br <mailto:isabel.clavelin em spmulheres.gov.br>
<mailto:isabel.clavelin em spmulheres.gov.br
<mailto:isabel.clavelin em spmulheres.gov.br> >
www.spm.gov.br <http://www.spm.gov.br>  <http://www.spm.gov.br
<http://www.spm.gov.br> >
facebook.com/spmulheres
twitter.com/spmulheres


 <<...OLE_Obj...>> 

-------------- Próxima Parte ----------
Um anexo em HTML foi limpo...
URL: http://www1.planalto.gov.br/pipermail/pactonacional/attachments/20120917/47c37aa8/attachment-0001.html


Mais detalhes sobre a lista de discussão Pactonacional