[Pactonacional] ENC: Grupo vai definir regulamentação de direitos das domésticas, diz ministra
Susan Sousa Alves
susan.alves em spmulheres.gov.br
Quarta Março 27 17:26:16 BRT 2013
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De: Isabel Clavelin
Enviada em: quarta-feira, 27 de março de 2013 17:17
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: Grupo vai definir regulamentação de direitos das domésticas, diz
ministra
Grupo vai definir regulamentação de direitos das domésticas, diz ministra
Dos 16 novos direitos, 7 ainda vão precisar de novas normas para valerem.
Senado aprovou ampliação dos direitos por unanimidade nesta terça.
Felipe NériDo G1, em Brasília
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A ministra da Secretaria de Política para as Mulheres, Eleonora Menicucci,
afirmou nesta terça-feira (26), após a aprovação da PEC das Domésticas
<http://g1.globo.com/politica/noticia/2013/03/senado-aprova-ampliacao-de-dir
eitos-trabalhistas-das-domesticas.html
<http://g1.globo.com/politica/noticia/2013/03/senado-aprova-ampliacao-de-dir
eitos-trabalhistas-das-domesticas.html> >, que o governo já possui um grupo
composto por técnicos de vários ministérios para definir como será a
regulamentação de vários direitos que ainda vão precisar de novas normas
para beneficiar os empregados.
saiba mais
* PEC das Domésticas: veja perguntas e respostas tire suas dúvidas
<http://g1.globo.com/economia/seu-dinheiro/noticia/2013/03/pec-das-domestica
s-leia-perguntas-e-respostas-e-tire-suas-duvidas.html
<http://g1.globo.com/economia/seu-dinheiro/noticia/2013/03/pec-das-domestica
s-leia-perguntas-e-respostas-e-tire-suas-duvidas.html> >
* Veja o que muda para empregados e patrões com os novos direitos
<http://g1.globo.com/economia/seu-dinheiro/noticia/2013/03/o-que-muda-para-e
mpregados-e-patroes-com-pec-das-domesticas.html
<http://g1.globo.com/economia/seu-dinheiro/noticia/2013/03/o-que-muda-para-e
mpregados-e-patroes-com-pec-das-domesticas.html> >
Dos novos 16 direitos garantidos às domésticas, sete itens ainda precisam
ser regulamentados. São eles: a indenização em demissões sem justa causa, a
concessão de seguro-desemprego e salário-família pelo governo, conta
obrigatória no FGTS, adicional norturno, auxílio-creche e seguro contra
acidentes de trabalho.
Arte PEC das Domésticas direitos (Foto: Arte G1)
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Os demais (veja na tabela ao lado) já valem a partir da promulgação da PEC,
prevista para a próxima terça-feira (2).
"O governo estará atento nisso, fazendo em parceria total com o Congresso
Nacional [...]. É interesse do governo a maior celeridade na regulamentação
de todos esses poucos direitos que não serão implantados imediatamente",
disse a ministra.
O grupo interministerial, segundo Menicucci, foi formado há cerca de dois
anos pelas Secretarias de Política para as Mulheres e de Promoção da
Igualdade Racial, além dos ministérios do Trabalho, da Fazenda, do
Planejamento, da Previdência e da Casa Civil. Segundo Eleonora, a
regulamentação não incluirá diaristas, apenas mensalistas.
Para a senadora Lídice da Mata (PSB-BA), relatora da PEC na Comissão de
Constituição e Justiça, cabe ao governo definir a regulamentação do texto.
"Tem que partir do Executivo, para regulamentar algo que são direitos. Você
vai ouvir Ministério do Trabalho, todas as portarias já existentes, a
legislação já existente". "Vindo [projeto de lei] para o Legislativo,
participaremos do debate e buscaremos dar contribuição", completou.
Sem desemprego
A minstra disse não acreditar que a ampliação dos direitos leve a aumento
das demissões e acabe gerando desemprego na categoria. "Não teremos
desemprego, é uma questão de reajuste de mercado, que vivia numa zona de
conforto para as patroas, os patrões. E agora sairemos de uma zona de
conforto para redefinir esses direitos", declarou.
A deputada Benedita da Silva (PT-RJ), ex-empregada doméstica, disse que a
PEC faz justiça com trabalhadoras domésticas. "Nós sentimos que esse é um
momento da história do Brasil, é mais uma página que nós rasgamos. Mais uma
página do resquício da escravidão do Brasil, mais um momento que nós
recuperamos nossa cidadania", declarou Benedita.
Para a deputada, é preciso que haja uma mudança cultural para assimilar as
mudanças na Constituição. "É preciso que, culturalmente, também possamos
adequar na conjuntura do país. Hoje não cabe mais a gente ter trabalho
escravo, não cabe mais explorar, não cabe mais trabalhar ganhando menos que
o salário mínimo. Se eu não quero ganhar menos que o trabalho mínimo, não
posso querer pagar para fazer aquilo que não quero por menos que salário
mínimo", disse.
Isabel Clavelin
Chefe de Imprensa
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Secretaria de Políticas para as Mulheres - SPM
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